Número de refugiados no mundo duplica em dez anos

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24 Junho 2020

Recente relatório da Global Trends contabilizou que 1% da população mundial – o que representa 79,5 milhões de pessoas – está deslocada, migrando internamente em seu país ou fugindo para o exterior por causa de conflitos, violência, perseguições, terror.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista. 

Este é o número mais alto registrado e quase dobrou em dez anos. Em 2010 eram 41 milhões, apontou a diretora do Serviço Mundial da Federação Luterana Mundial, Maria Immonen, por ocasião da passagem do Dia Mundial dos Refugiados, lembrado no sábado, 20 de junho. 

“Este ano, mais do que nunca, é preciso ter esperança, fé e coragem para continuar em nossos esforços persistentes para tornar o nosso mundo um lugar seguro, justo, acolhedor e equitativo para todos”, disse o secretário-geral interino do Conselho Mundial de Igrejas, reverendo Dr. Ioan Sauca

Immonen frisou que a crise de deslocamento cresce a taxas cada vez maiores. “Não podemos, como uma família global, deixar para trás essas populações vulneráveis, traumatizadas e frágeis”, vulnerabilidade que se intensifica com a crise do covid-19, alertou. 

“Em solidariedade aos refugiados e migrantes, obedecemos ao chamado de nosso Senhor, para recebê-los e servi-los”, afirmou a bispa presidente da Igreja Evangélica Luterana da América, Elizabeth Eaton

O bispo da Igreja Evangélica Luterana da Baviera, Heinrich Bedford-Strohm, se disse impressionado de ver como os países pobres da África recebem milhões de refugiados. “Quando vejo como os países ricos da Europa lutam para acomodar alguns milhares, tenho vergonha do meu continente”, confessou. 

Desde sua fundação em 1947, a FLM concentra esforços no apoio a refugiados e pessoas deslocadas. O organismo ecumênico atende, hoje, 2,25 milhões de pessoas, em 25 nações, entre elas a Venezuela, Mianmar, Síria e Sudão do Sul, e deslocados em seus próprios países no Iraque e na Colômbia. Além disso, fornece ajuda humanitária às pessoas que vivem nos campos de refugiados de Kakuma, Dadaab, norte de Uganda, Zaatari e Cox Bazaar.

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