Crise climática obriga 52 milhões de africanos a enfrentar a fome, relata Oxfam

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12 Novembro 2019

Mais de 52 milhões de pessoas, em 18 países africanos, enfrentam a fome por conta das condições climáticas extremas, pobreza e conflitos armados, disse a Oxfam, em um relatório divulgado quinta-feira [7 de novembro].

A reportagem é publicada por TRT, 09-11-2019. A tradução é do Cepat.

As vítimas são de Zimbábue, Zâmbia, Angola, Malawi, Moçambique, Madagascar e Namíbia, informou a confederação de mais de 17 ONGs internacionais.

Esses países sofreram “perdas anuais médias de 700 milhões de dólares por desastres relacionados ao clima”, segundo o relatório.

“As comunidades na linha de frente desta crise climática estão sobrecarregadas e podem estar enfrentando uma possível aniquilação. Mas, a população local está fazendo tudo o que é possível para superar o desafio. Os governos decepcionaram a população local”, disse no relatório Mithika Mwenda, diretora-executiva da PACJA [The Pan African Climate Justice Alliance], parceira da Oxfam.

O relatório diz que partes do sul do Zimbábue tiveram sua menor quantidade de chuva, desde 1981, o que levou mais de 5,5 milhões de pessoas para a insegurança alimentar extrema.

Na Zâmbia, cerca de 2,3 milhões de pessoas sofrem insegurança alimentar porque suas áreas de cultivo de milho estão dizimadas e as exportações agora são proibidas, acrescentou.

A seca também afetou o Leste e o Chifre da África, particularmente Etiópia, Quênia e Somália, segundo o relatório.

“As temperaturas recordes no Oceano Índico resultaram em chuvas muito fortes no Quênia e no Sudão do Sul, causando inundações repentinas, especialmente ao longo dos canais dos rios”, destacou o relatório.

“O Sudão do Sul declarou estado de emergência, com mais de 900.000 pessoas afetadas pelas enchentes”, acrescentou.

Os funcionários se reunirão na Conferência Ministerial Africana sobre o Meio Ambiente (AMCEN), em Durban, África do Sul, de 11 a 15 de novembro, para discutir o futuro da “sustentabilidade e prosperidade ambiental” na África.

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