Pacto das Catacumbas pela Casa Comum. Por uma Igreja com rosto amazônico, pobre e servidora, profética e samaritana

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23 Outubro 2019

Poder pisar o chão sagrado da catacumba de Santa Domitila foi um momento de profunda emoção. Quando era menino lembro que assiduamente meu pai estava lendo sobre os mártires dos primeiros séculos. Confesso que o local irradia uma atmosfera de luz e muita consolação. Existem causas para que podemos gastar a vida. Reconhecer que não somos donos da mãe terra, mas seus filhos e filhas, formados do pó da terra (Gn 2, 7-8), hóspedes e peregrinos (1 Pd 1, 17b e 1 Pd 2, 11), chamados a ser seus zelosos cuidadores e cuidadoras (Gn 1, 26). Para tanto, comprometemo-nos com uma ecologia integral, na qual tudo está interligado, o gênero humano e toda a criação porque a totalidade dos seres são filhas e filhos da terra e sobre eles paira o Espírito de Deus (Gn 1, 2) (cf. Clausulas, 2).

O depoimento é de Paulo Tadeu Barausse, padre jesuíta,coordenador do SARES, Manaus, e participante do evento Amazônia. Casa Comum, que se realiza em Roma.

Após a Missa, dando continuidade ao Pacto de 1965, reassumimos o compromisso renovando A aliança com os pobres, atualmente representados pelos povos originários, chamados a “ser protagonistas da sociedade e da Igreja”. Rejeitando todo projeto de morte, e uma economia que mata, que persiste em gerar tantas vítimas e optando por um projeto de vida, de humanização, de inclusão, que o Mártir Jesus nos chama a viver e a testemunhar.

Projeto de vida que se coloca a serviço dos povos indígenas, sua identidade, seus territórios e seus modos de vida. Nunca imaginei que um dia presenciaria um momento tão significativo e com tanta profundidade. Também me considero uma pessoa que ao longo da vida lutou para sobreviver. Ali sentado em frente ao documento, com a caneta para assinar pedi a Deus graça e sabedoria e discernimento. Que Ele possa abrir meus olhos, minha mente e meu coração para escolher o que o vosso Espírito diz à Igreja na Amazônia.

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