Itália. Salvini ao esmoleiro: “Pague os 300.000 euros”. A resposta de Krajewski: “Assumo a responsabilidade”

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14 Maio 2019

“Cometi um gesto desesperado, mas as pessoas estavam sem luz, água, geladeira: 450 irmãos em uma situação muito difícil, entre eles, uma centena de crianças. Eu assumo a responsabilidade, em nome da Santa ”. O esmoleiro do Papa, o cardeal Konrad Krajewski, explicou assim sua decisão de religar a energia em um edifício público ocupado em Roma, do qual a empresa havia retirado a eletricidade por falta de pagamento das contas.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 13-05-2019. A tradução é do Cepat.

“Fui informado de uma grave situação que sofrem sobretudo muitos pequenos. Como esmoleiro do Papa, senti o dever de cumprir um gesto humanitário, reativando pessoalmente a energia elétrica”, apontou o esmoleiro.

Uma decisão que foi duramente criticada pelo ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, que desafiou o esmoleiro a dar conta dos inadimplentes.

“Conto que o esmoleiro do Papa, que reativou a energia de um edifício ocupado em Roma, pague os 300.000 euros de contas atrasadas”, apontou Salvini, durante uma concentração em Bra.

“Sobre direitos e deveres, acredito que todos vocês pagam as contas com sacrifício... Se alguém é capaz de pagar as contas de milhões de italianos com problemas econômicos, me faz feliz”, acrescentou, com sarcasmo, em alusão ao cardeal polonês.

Assumo a responsabilidade

Krajewski aceitou o desafio: “Assumo a responsabilidade”, apontou ao Il Corriere.

O imóvel fica localizado na Via Sant Croce in Gerusalemme, perto da São João de Latrão. Desde o último dia 6 de maio, estavam sem luz e água quente. Os inquilinos vinham se manifestando há vários dias, até que solicitaram ajuda ao esmoleiro do Papa.

Krajewski compareceu no sábado para dar alguns presentes às crianças e se comprometeu a reativar a energia elétrica, caso não retornasse até a noite. Dito e feito. Ao anoitecer, o purpurado foi até a sala de contadores, lacrada pelas autoridades, e reativou a energia elétrica, assumindo a responsabilidade diante da Polícia e da companhia distribuidora, ACEA. Os operários deixaram o edifício como estava.

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