Medida Provisória de Bolsonaro ataca aposentadoria de trabalhadores rurais e já esta valendo

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23 Janeiro 2019

A vida dos trabalhadores do campo é dura. Nem por isto Bolsonaro os poupa e cria dificuldades para aposentadoria de agricultores. Isto ele faz sem ainda ter aprovado a Reforma da Previdência. Imagina se aprovar. Trabalhadores Rurais vão voltar ao tempo da Ditadura militar, onde a maioria dos agricultores e a totalidade das agricultoras não se aposentava. Por isto é fundamental a gente falar com todas as pessoas sobre esta Reforma da Previdência e atentar para o que diz o Senador Paulo Paim: não há necessidade de uma nova Reforma da Previdência. Já a Medida é Provisória e pode ser revogada se os Deputados e Senadores não a aprovarem. Então, a mobilização contra a Reforma da Previdência, o grande ataque aos direitos dos trabalhadores, deve ser também a mobilização para a Revogação desta Medida Provisória.

O artigo é de Luiz Müller, publicado em seu Blog, 21-01-2019.

Segue matéria da CTB – Central dos Trabalhadores do Brasil.

Em nota, centrais indicam oposição a MP de Bolsonaro que atinge rurais

Em nota, as centrais sindicais manifestaram sua firme oposição à Medida Provisória (MP) que altera as regras da concessão da aposentadoria rural, auxílio-reclusão e pensão por morte.”A MP de Bolsonaro fere direitos da classe trabalhadora e passa ao largo dos crimes praticados pelo patronato, embora estes sejam bem mais danosos para o Estado e a sociedade civil”, diz a nota.

Leia íntegra.

MP de Bolsonaro ameaça sindicatos e direitos dos trabalhadores rurais

A pretexto de combater supostas fraudes no sistema previdenciário, o presidente Jair Bolsonaro assinou na última sexta-feira (18) uma Medida Provisória (MP) que altera as regras da concessão da aposentadoria rural, auxílio-reclusão e pensão por morte. O objetivo é economizar recursos do INSS dificultando ou impedindo o acesso a tais benefícios à custa dos direitos da classe trabalhadora, em especial de seus segmentos mais pobres e vulneráveis.

As centrais sindicais manifestam sua firme oposição à MP, cujas principais vítimas serão os trabalhadores e as trabalhadoras rurais, bem como seus sindicatos, dos quais foram retiradas o poder de validar os documentos necessários à concessão das aposentadorias, transferindo tal atribuição para as entidades de assistência técnica. Além de enfraquecer os sindicatos, isto abre brecha para novos tipos de fraude. Este não é o melhor caminho de combater os problemas do sistema.

As grandes fraudes que fragilizam a Previdência não provêm de humildes trabalhadores. É praticada por grandes empresários, conforme se deduz da dívida da iniciativa privada com o INSS. A sonegação soma R$ 450 bilhões, de acordo com o relatório da CPI do Senado sobre o tema.

A MP de Bolsonaro fere direitos dos trabalhadores e trabalhadoras e ignora os crimes praticados pelo patronato contra o sistema, que são bem mais significativos e danosos para o Estado e a sociedade civil.

São Paulo, 21 de janeiro de 2019.

Adilson Araújo, Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Vagner Freitas, Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)
Miguel Torres, Presidente da Força Sindical
Antônio Neto, Presidente Interino da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)
José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)

Portal CTB

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