Cinco anos depois de Lampedusa, Francisco celebrará missa pelos migrantes

Papa Francisco com báculo de madeira em Lampedusa. Foto: Ciro Fusco | EPA

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

06 Julho 2018

Cinco anos depois da primeira viagem fora dos muros vaticanos, em 8 de julho de 2013, para a Lampedusa, coração do Mediterrâneo, Francisco celebrará uma missa pelos migrantes nesta sexta-feira, 6 de julho.

A reportagem é de Paolo Rodari, publicada em La Repubblica, 05-07-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A celebração ocorrerá no Altar da Cátedra, na Basílica de São Pedro. “Será um momento de oração pelos falecidos, pelos sobreviventes e por aqueles que os assistem. Está prevista a presença de cerca de 200 pessoas, incluindo refugiados e pessoas que cuidam deles”, explica o diretor da Sala de Imprensa vaticana, Greg Burke.

Entre estes, com toda a probabilidade, estarão os dirigentes da Open Arms, a ONG espanhola que criticou o fechamento dos portos italianos, e ONGs de outros países europeus. E o Centro Astalli, o serviço jesuíta para os refugiados muito próximo de Francisco.

O papa, também durante a recente viagem a Genebra, pregou a necessidade da prudência no exercício da acolhida. Que significa fazer de tudo para acolher sem abrir mão das próprias prerrogativas organizacionais.

Também nesta sexta-feira, em Pozzallo, ocorre uma vigília de oração em memória aos migrantes mortos no mar. Ela será organizada pela diocese de Noto, pela Cáritas, pela fundação Migrantes e pela associação We Care, em colaboração com a prefeitura.

Nessa quarta-feira, 4, Francisco recebeu em audiência Andrea Riccardi, fundador da Comunidade de Santo Egídio. Entre os temas da conversa, também estavam os corredores humanitários.

Leia mais