A ONU pede 10 bilhões para garantir o direito à educação para todas as crianças. É dramático o problema do acesso à educação

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14 Mai 2018

As Nações Unidas, o Banco Mundial e quatro bancos regionais de desenvolvimento lançaram um projeto para levantar US $ 10 bilhões para apoiar a educação em todo o mundo, diante da dificuldade crescente no acesso à educação. O plano foi apresentado, na última semana, numa conferência de imprensa na sede das Nações Unidas em Nova York e tem o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento, do Banco Africano de Desenvolvimento, do Banco Asiático de Desenvolvimento e do Banco Europeu para a reconstrução e desenvolvimento (BERD). O objetivo é fornecer educação primária e secundária para todas as crianças, de acordo com um plano de ação que garanta resultados já em 2030.

A informação é publicada por L'Osservatore Romano, 12/13-05-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

Cerca de 260 milhões de crianças não frequentam a escola e destes, dez milhões são de refugiados. Isso é o que denuncia a Comissão Educacional da ONU, criada em 2015 para aumentar os investimentos nessa área. Se essa tendência continuar, em 2030 metade das crianças que vivem no planeta - 400 milhões – depois dos onze anos de idade não receberão mais instrução. Quem enfatiza isso é Gordon Brown, o ex-primeiro-ministro britânico e agora enviado da ONU para a educação no mundo. "A maior divisão no mundo de hoje está entre a metade do nosso futuro que será educado e a outra metade que será deixado marginalizado", advertiu Brown.

O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, destacou que estamos "muito distantes de atingir o nível de financiamento necessário" para garantir a educação nos países mais pobres. Ele advertiu: "A educação deve ser a paixão de qualquer governo."

Entre os vários projetos, a comissão de educação está discutindo com 20 países doadores para contribuir com o que é definido como "instrumento de financiamento internacional para a educação”, uma nova iniciativa destinada a fornecer 20 milhões de vagas na escola desde o início. Os primeiros doadores devem vir da União Europeia e também contam com os Estados Unidos, o Canadá, os países do Golfo, a China, a Coreia do Sul e o Japão. Esses fundos seriam fornecidos em troca de reformas para encorajar os países a aumentar o acesso à escola e empregar uma parcela maior de seus recursos financeiros na educação. Além disso, em alguns países, há também a questão da proteção das instituições educacionais dos ataques de terroristas.

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