Temer cai, Cármen Lúcia assume e o Judiciário confirma seu papel no golpe

Revista ihu on-line

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Mais Lidos

  • Aumento da miséria extrema, informalidade e desigualdade marcam os dois anos da Reforma Trabalhista

    LER MAIS
  • Hospitalidade eucarística: “A decisão passa agora para a Conferência Episcopal”

    LER MAIS
  • Mais um golpe... em nome de Deus

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

02 Abril 2018

Dada a vulnerabilidade de Rodrigo Maia, eventual saída de Temer abre caminho para ministra, o que confirmaria a tese de que o Judiciário ocupa, no golpe de 2016, a posição dos militares no golpe de 1964, escreve Luis Felipe Miguel,  professor de Ciência Política da Universidade de Brasília, em análise sobre a conjuntura publicado por Rede Brasil Atual - RBA, 31-03-2018.

Eis a análise.

A nova investida contra Temer cumpre muitas funções (em ordem crescente de especulação):

1) Devolve à Lava Jato o poder absoluto sobre a produção da agenda política.

2) Serve de insígnia da pretensa "imparcialidade" da operação, que atinge a todos sem distinção – como se Temer tivesse, para a direita, uma fração da dimensão que Lula tem para a esquerda.

3) Relembra ao usurpador que ele é um simples instrumento da coalizão golpista e não deve tentar abrir as asinhas.

4) Dada a vulnerabilidade de Rodrigo Maia, a eventual saída de Temer abre caminho para o empossamento de Cármen Lúcia na presidência da República, o que confirmaria de vez a tese de que o Judiciário ocupa, no golpe de 2016, a posição que foi dos militares no golpe de 1964.

5) Com o aumento da instabilidade política, reforça-se a ideia noblatiana de que "não há condições" para a realização de eleições.

6) Com uma "magistrada" no Planalto, um governo extraordinário seria mais fácil de ser vendido como legítimo – e todos poderíamos dormir tranquilos, sob uma ditadura "de tipo romano".

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Temer cai, Cármen Lúcia assume e o Judiciário confirma seu papel no golpe - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV