O PT estaria aberto a uma aliança das forças progressistas?

Revista ihu on-line

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Grande Sertão: Veredas. Travessias

Edição: 538

Leia mais

Grande Sertão: Veredas. Travessias

Edição: 538

Leia mais

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

A fagocitose do capital e as possibilidades de uma economia que faz viver e não mata

Edição: 537

Leia mais

Mais Lidos

  • ''Há um plano para forçar Bergoglio a renunciar", denuncia Arturo Sosa

    LER MAIS
  • EUA: um complô para fazer com que o papa renuncie

    LER MAIS
  • “Construímos cidades para que as pessoas invistam, não para que vivam”. Entrevista com David Harvey

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

15 Março 2018

"O governador petista da Bahia abre a possibilidade de pensar numa aliança do PT sem querer impor a priori seu candidato. Novidade num partido que sempre pareceu estar centrado apenas nele mesmo? Será possível este gesto democrático de pluralidade em vista de um bem maior, frente a perigos que rondam e candidatos a afastar? Como vão reagir os dirigentes do PT?", pergunta  Luiz Alberto Gomez de Souza, sociólogo, ao enviar o texto que publicamos a seguir.

Eis o comentário.

Rui Costa tem 55 anos e é um dos cinco governadores do PT espalhados pelo Brasil na atualidade. Braço direito de Jaques Wagner no governo baiano entre 2007 e 2014, alçou o cargo máximo no Estado há quase quatro anos e agora se prepara para tentar a reeleição.

Na segunda-feira (12) ele recebeu a reportagem do UOL em Salvador e, ao longo da entrevista, contrariou a cúpula petista em dois fatos relevantes: o discurso sobre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a possibilidade de um plano B caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não possa se candidatar em outubro.

Sobre o primeiro tema, ele sugere que seu partido "vire a página" do impeachment e que pare de brigar com "aquele momento histórico". Sem usar o termo golpe, ao contrário de muitos de seus correligionários, Costa disse que milhões de pessoas foram à rua pedir a saída de Dilma e que não se pode rejeitar os votos daqueles manifestantes. "Nós queremos os votos dessas pessoas para reconstruir o Brasil? Queremos", respondeu a si mesmo.

O governador avaliou ainda que uma eventual prisão de Lula pode render votos ao partido. E que o PT deve considerar apoiar candidatura de outra sigla para a disputa do Planalto caso o ex-presidente fique fora do pleito de outubro.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

O PT estaria aberto a uma aliança das forças progressistas? - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV