Francisco entre China e Budapeste, Zen e Mindszenty

Revista ihu on-line

Etty Hillesum - O colorido do amor no cinza da Shoá

Edição: 531

Leia mais

Missões jesuíticas. Mundos que se revelam e se transformam

Edição: 530

Leia mais

Nietzsche. Da moral de rebanho à reconstrução genealógica do pensar

Edição: 529

Leia mais

Etty Hillesum - O colorido do amor no cinza da Shoá

Edição: 531

Leia mais

Missões jesuíticas. Mundos que se revelam e se transformam

Edição: 530

Leia mais

Nietzsche. Da moral de rebanho à reconstrução genealógica do pensar

Edição: 529

Leia mais

Mais Lidos

  • "Os jovens mudaram, e a escola não acompanhou". Entrevista com Miriam Abramovay

    LER MAIS
  • As tranças de Greta e a encíclica do Papa Francisco

    LER MAIS
  • Morre Fernando de Brito, frade dominicano

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

01 Fevereiro 2018

Nos fatos, um entendimento já existe. Já o entendimento formal é delicado e difícil, mas se aproxima. E assim o nervosismo cresce, nos setores da Igreja chinesa (mas não só) que se opõem ao acordo entre a Santa Sé e Pequim sobre a nomeação dos bispos.

A reportagem é de Gian Guido Vecchi, publicada no jornal Corriere della Sera, 31-01-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O cardeal Joseph Zen, 86 anos, líder dos opositores, escreveu no seu blog que “o Vaticano está liquidando a Igreja na China” e teria pedido a “dois bispos legítimos” que “deem espaço aos excomungados” escolhidos pelo regime.

Zen conta “aos caros amigos da mídia” sobre uma audiência em que Francisco lhe teria confidenciado que havia dito a seus colaboradores para “não criarem outro caso Mindszenty”, cardeal húngaro anticomunista nos anos da Ostpolitik.

Foi dura a desmentida vaticana a Zen, uma nota oficial: o papa está informado e “em constante contato com seus colaboradores” e “acompanha com especial solicitude” os “passos do diálogo”.

A diplomacia liderada pelo cardeal Parolin segue a linha de Francisco. Daí a “surpresa e pesar” diante de palavras que “alimentam confusão e polêmicas”.

Nos bastidores, no Vaticano, há uma irritação para com as “meias verdades capciosas” de Zen. Os bispos “excomungados”, por assim dizer, eram sete (de cerca de 70), mas, nesse meio tempo, “pediram perdão ao papa, que o concedeu”, explica-se.

Um deles, agora legítimo, substituiria um bispo que já tem 87 anos (a idade de aposentadoria é 75). Entre comunidades “oficiais” e “clandestinas”, as fronteiras desapareceram há anos. Um diplomata vaticano sorri: “Nós falamos com Pequim há muito tempo. Se quiséssemos fazer ‘liquidação’, não teríamos esperado 20 anos”.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Francisco entre China e Budapeste, Zen e Mindszenty - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV