Em menos de um mês, oito trabalhadores rurais quilombolas são mortos na Bahia

Revista ihu on-line

China, nova potência mundial – Contradições e lógicas que vêm transformando o país

Edição: 528

Leia mais

Ore Ywy – A necessidade de construir uma outra relação com a nossa terra

Edição: 527

Leia mais

Sistema público e universal de saúde – Aos 30 anos, o desafio de combater o desmonte do SUS

Edição: 526

Leia mais

China, nova potência mundial – Contradições e lógicas que vêm transformando o país

Edição: 528

Leia mais

Ore Ywy – A necessidade de construir uma outra relação com a nossa terra

Edição: 527

Leia mais

Sistema público e universal de saúde – Aos 30 anos, o desafio de combater o desmonte do SUS

Edição: 526

Leia mais

Mais Lidos

  • Esse triste silêncio dos 50 milhões de jovens brasileiros

    LER MAIS
  • Bolsonaro, ou: Quem lança mão da espada, pela espada perecerá (Mt 26, 52)

    LER MAIS
  • Quem são os bolsonaristas convictos, segundo o Ibope

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

10 Agosto 2017

Após o assassinato de seis trabalhadores quilombolas no interior da Bahia, a Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no estado emitiu, ontem (8), uma nota de pesar, na qual diz aguardar que os órgãos de Justiça “punam os culpados”.

A informação é de Sayonara Moreno, publicada por Agência Brasil, 08-08-2017.

Segundo o Incra, as mortes ocorreram no último domingo (6), quando seis trabalhadores rurais do Território Quilombola de Iúna – região de Lençóis – foram encontrados mortos. Ainda na nota, o Incra informa que ontem (7) comunicou os crimes à Delegacia Agrária e emitirá um ofício à Casa Civil.

Na próxima segunda-feira (14), o ouvidor-geral do Incra-BA, Adelson Gomes, viajará para o local, acompanhado da delegada agrária Giovanna Bonfim, que, segundo a nota, se solidariza “com a comunidade de Iúna e com as famílias das vítimas”, identificadas como Adeilton Brito de Souza, Gildásio Bispo das Neves, Amauri Pereira Silva, Valdir Pereira Silva, Marcos Pereira Silva e Cosme Rosário da Conceição.

O caso está sendo investigado pela delegada da Polícia Civil, em Lençóis, Mariella Silvério, que apura a situação com a coleta de pistas e análises periciais.

Com a morte dos seis homens, o Incra-BA registra oito mortes de trabalhadores rurais quilombolas “em menos de um mês”. Do total, sete ocorreram na comunidade de Iúna. Lindomar Fernandes Martins foi assassinado em 16 de julho. O único crime que não ocorreu na comunidade foi a morte do trabalhador rural José Raimundo Mota de Souza. Ele foi encontrado morto no Território Quilombola Jiboia, no município de Antonio Gonçalves, em meados de julho.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Em menos de um mês, oito trabalhadores rurais quilombolas são mortos na Bahia - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV