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18 Julho 2017

Os assassinatos de mulheres são uma forma de desarticulação da sociedade e da família, considerou o bispo da Diocese de Saltillo, Raúl Vera López.

A reportagem é de Roxana Romero, publicada por Vanguardia, 16-07-2017. A tradução é do Cepat.

Em sua opinião, neste momento, a estratégia de Governo que temos no México conta com o terror e o medo. Afirmou que se trata de um plano-política de Governo para amedrontar.

“É muito grave o assassinato das mulheres. Quando começa a ser uma praga, é um modo de desestabilizar. Assassinar a mãe é a desestabilização da família, da sociedade. Essa é uma leitura. Quando os feminicídios começam a multiplicar, há aí um início de desestabilização”, apontou.

Vanguardia publicou, ontem, que Adriana Teresa Romo Salado, integrante da Rede de Mulheres de La Laguna, considerou que os assassinatos de mulheres que ocorreram recentemente são preocupantes, pois a ira e violência com a que são perpetrados estão aumentando.

“Essa é uma mensagem à população de que é permitido (assassinar mulheres) e não acontece nada porque o feminicídios ficam impunes. É uma cultura patriarcal, onde o corpo da mulher é tomado como um objeto, nessa cultura de que é propriedade de alguém. Se isto já é uma mensagem cultural, esta impunidade é uma mensagem social”, expôs Romo.

No dia 25 de junho, foi encontrada degolada uma mulher em Arteaga, perto de La Carbonera; um mês depois, outra mulher foi assassinada com o mesmo modus operandi. Seu corpo foi localizado em uma propriedade rural de General Cepeda.

Por outro lado, o bispo considerou que o controle e o amedrontamento da população são uma estratégia do Governo. “São tantas as injustiças que estão cometendo, são tantas as coisas que estão fazendo contra a população, que é preciso que esteja amedrontada. Um dos meios de amedrontar são os assassinatos e o caso dos feminicídios é uma ordem de desarticulação social, a família se desagrega e se desarticula”, lamentou.

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