A curiosa diplomacia vaticana na Venezuela

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27 Junho 2017

Desde uma reunião extraordinária que teve com os bispos venezuelanos em 8 de junho o Papa Francisco não cita o nome do país nem faz referências à crise que aí se desenvolve. Será este silêncio um sinal de que os esforços diplomáticos do Vaticano estão sendo contraproducentes em resolver a atual crise política da Venezuela?

O artigo é de Raymond J. de Souza, padre da arquidiocese de Kingston, Ont., jornalista do National Post, publicado por Crux, 24-06-2017. A tradução é de Isaque Gomes Correa.

A Venezuela vem sendo um dos casos mais curiosos da diplomacia vaticana nos últimos tempos. A visita, duas semanas atrás em Roma, dos principais bispos do país pode muito bem ter sido inédita: foi uma visita altamente publicizada que buscou, aparentemente, deixar claro que o papa estava do lado deles, e não do ditador venezuelano, Nicolás Maduro.

Em uma reunião na terça-feira da Organização dos Estados Americanos, ocorrida no México, o discurso de Dom Bernardito Auza, representante da Santa Sé na ONU, reiterou a necessidade de eleições livres na Venezuela, de forma que o povo possa tirar expulsar regime de Maduro, que literalmente está matando de fome o seu povo.

Essa intervenção de Auza pôs fim a duas semanas de silêncio na Santa Sé relativa ao país, período em que aparentemente o próprio papa decidiu não falar mais sobre a situação. É possível que isto tenha sido exatamente o que os bispos do pediram.

No dia 8 de junho, Francisco recebeu, em uma audiência emergencial, representantes da conferência episcopal venezuelana, juntamente com dois cardeais do país.

Claro esteve que essa visita não era o resultado de uma iniciativa do Vaticano: a reunião não apareceu na programação semanal do papa, que precisou ser remodelada quando os venezuelanos chegaram em Roma. Os prelados decidiram por si que era necessário vir em massa para ver o Santo Padre e esclarecer a confusão sobre a postura do Vaticano na crise venezuelana.

O Cardeal Balthazar Porras, de Merida, já havia se encontrado com Francisco no final de abril, mas aparentemente essa audiência não rendeu o que se queria. Com isso se explica a demonstração de força venezuelana em Roma este mês.

É difícil lembrar de uma outra reunião, ou encontro, nesses moldes. É comum que o Vaticano convide – ou convoque – os bispos locais de um país para consultas quando uma crise se desenvolve em determinada região, ou mesmo para que o pontífice expresse solidariedade para com os povos atingidos.

Mas ter os principais bispos de um país indo a Roma às pressas, sem ser convidados, a fim de pôr a Santa Sé em sintonia com a Igreja local, é algo bem diferente.

Há tempos os bispos venezuelanos têm sido figuras importantes na oposição às medidas antidemocráticas e às violações aos direitos humanos do regime Chávez-Maduro.

A crise econômica recente, onde o petrossocialismo desabou juntamente com o preço do petróleo, vem exacerbando a brutalidade do regime, levando centenas de milhares de manifestantes às ruas e aumentando a violência que Maduro desencadeou contra a oposição, incluída a Igreja.

Com escrevi semanas atrás, a falta de uma condenação clara por parte do Papa Francisco ao regime de Maduro, numa época em que os bispos locais vêm sendo extremamente corajosos, estava comprometendo a credibilidade da diplomacia da Santa Sé.

Parecia que os autocratas esquerdistas latino-americanos eram imunes à linguagem feroz que o Santo Padre emprega rotineiramente com os financistas/especuladores ou com os comerciantes de armas.

O meu colega Austen Ivereigh respondeu escrevendo que, ao detectar uma lacuna entre um Francisco supostamente distante e uma Igreja local apaixonadamente engajada, caí numa armadilha montada pelo próprio Maduro. Segundo Ivereigh, Francisco estava seguindo um plano geral que só precisava de tempo para gerar frutos.

A “armadilha” montada por Maduro – a alegação de que o papa estava do seu lado, convidando-o ao diálogo, ao invés da postura dos bispos locais de uma clara oposição – pegou algumas pessoas mais.

Por exemplo, a publicação The Economist escreveu após a reunião de 8 de junho:

Os bispos do país vêm coerentemente desafiando os abusos aos direitos humanos e o procedimento democrático dos regimes do falecido Hugo Chávez e seu sucessor Nicolás Maduro. Mas, para muitos venezuelanos, o próprio papa tem estado disposto a dar um passe-livre ao Sr. Maduro. Em outubro passado, por exemplo, o líder venezuelano transformou uma reunião com Francisco em um golpe de propaganda política. Até o presente momento, o Sr. Maduro alega que, ao assumir uma postura crítica assim, os bispos do país estão em descompasso com o próprio pontífice deles. Culpa os prelados locais pelo impasse em um “diálogo” político que o governo quer conduzir sob os seus próprios termos e condições.

Isto é exatamente o que poderíamos esperar de uma revista de direita? E que dizer de um longo texto sobre a situação na Venezuela publicado na revista católica progressista America:

A Igreja Mãe cresceu para estender as suas asas protetoras sobre o seu povo (...) Os próprios bispos venezuelanos, apoiados pela Santa Sé, pediram ao povo para que “não se intimidem”, mas, pelo contrário, disseram: “rebelem-se contra a ditadura de um modo pacífico e democrático”, pois “nunca antes tantos venezuelanos precisaram comer lixo”, como se lê numa mensagem que lida recentemente nos púlpitos em todo o país. Estaríamos sendo negligentes se também não reconhecêssemos que houve passos em falso ao longo deste caminho de resistência. Afinal de contas, a Igreja Católica é uma organização política, da mesma forma como é uma organização espiritual. As tentativas do Papa Francisco de pôr a Igreja em diálogo já condenado ao fracasso com os narcocomunistas que governam a Venezuela só corroboram para a legitimidade do regime e dá mais um motivo para o descontentamento amargo dos guerreiros-cidadãos do país.

Acima de tudo, parece que os bispos da própria Venezuela caíram na “armadilha” descrita por Ivereigh, ao achar que a tentativa de Maduro, de caracterizar Francisco como a favor do seu “diálogo” para reescrever a Constituição, estava ganhando força diante da opinião internacional.

Isso explicaria a visita a Roma. Antes e depois do encontro, os bispos apresentaram o que pensam em entrevistas ao sítio Crux. Disseram que presentearam o Santo Padre com um dossiê dos abusos aos direitos humanos e assassinatos cometidos pelo regime de Maduro. Depois do encontro, os prelados insistiram que não havia distância alguma entre o que eles pensavam e o que o papa pensava, e que contavam com a “plena confiança” do papa.

Nesse sentido, em duas semanas Francisco não se pronunciou sobre a crise. A Sala de Imprensa da Santa Sé não comentou sobre o conteúdo da audiência. Na oração do Angelus e nas audiências gerais do papa desde então, não se mencionou a Venezuela.

O que aconteceu na reunião? Existem três opções.

A primeira é: os bispos voaram com urgência para elogiar a forma como o papa estava lidando com a situação e pedir por mais do mesmo, o que pouco provável.

A segunda opção: os bispos pediram uma condenação inequívoca ao regime de Maduro e um apoio para a exigência deles de uma mudança de regime via eleições livres. Se pediram isso, os bispos não receberam.

A terceira opção: os bispos poderiam ter pedido para o papa simplesmente não dizer mais nada sobre o tema, deixando que eles próprios tomem a dianteira, alegando um apoio papal. Se eles pediram isso, ganharam.

Depois do encontro de 8 de junho, Dom Diego Padron, presidente da conferência dos bispos venezuelana, falou de uma carta enviada pelo Cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, ao governo e à oposição em dezembro passado.

Referindo-se a ela como a “Magna Carta” para a resolução da crise, Padron listou quatro elementos que o texto insistia serem necessários: um corredor humanitário para permitir a entrada de suprimentos estrangeiros, o reestabelecimento dos poderes plenos da Assembleia Nacional, a libertação dos prisioneiros políticos e eleições livres.

O que aconteceu na semana seguinte ilustra o problema que os bispos estavam tentando superar. Maduro escreveu uma carta pública a Francisco, de novo pedindo-lhe que intervenha contra a oposição dos bispos no país. É também difícil lembrar uma outra ocasião onde um tirano escreve ao papa para pedir o seu apoio contra os bispos locais.

Por sua vez, Parolin ao mesmo tempo escreveu a seis ex-presidentes latino-americanos que estão tentando resolver a crise na Venezuela, reafirmando os pontos de sua “Magna Carta”. Esta semana no México, Auza citou estes mesmos pontos.

Enquanto a crise venezuelana se aprofunda e a brutalidade contra o povo continua ocorrendo, o curioso caso da diplomacia vaticana permanece diante de nós. O papa se mantém silente. O secretário de Estado repete o que disse seis meses atrás. E os bispos venezuelanos voltam para casa, tendo alcançado algo mínimo, porém importante, com a visita urgente feita em Roma: fazer com que o Vaticano não cause nenhum dano à situação já difícil.

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