A carta de Francisco para Hebe, a visita postergada do Papa a Argentina e outras seis frases de um de seus colaboradores mais próximos

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18 Maio 2017

"A carta me parece irrelevante. Acredito que seja uma das milhares que ele deve responder, algumas delas são levadas ao público e outras não".

A informação é publicada por Infobae, 17-05-2017. A tradução é de Henrique Denis Lucas.

"A conotação política é feita, em alguns casos, com bom caráter ou a partir da análise subjetiva, mas em outros casos com muito mau caráter, tentando associar o Papa Francisco com pessoas que, com razão ou não, são impopulares. Em alguns meios de comunicação tende-se a magnificar qualquer coisa que o Papa diga".

"Ele dá respostas muito sábias. Disse duas coisas que precisamos refletir: diante da dor de uma vítima, uma pessoa não tenta esclarecer à vítima; diz-lhe 'você é uma vítima porque você sofreu muito antes da morte de seu filho e eu, diante da dor de uma mãe, fico sem palavras'. No último parágrafo diz: 'vou pensar sobre suas palavras' ".

"Hebe não é exatamente uma Carmelita descalça, daquelas que vão à missa de domingo, e tem uma apreciação muito grande por Francisco quando ele está por perto."

"Parece muito saudável que alguém que tem uma perspectiva tão diferente da de Francisco diga também: 'vou refletir sobre o que você está me dizendo'".

"Minha intuição diz que este momento não chegará tão rápido; espero que aconteça o mais breve possível (em relação a visita adiada do Papa a Argentina)".

"Há coisas de alguns bispos argentinos que me dão vergonha. Talvez não se preste atenção a isso, mas talvez a Igreja não esteja seguindo muito ao Papa. Talvez ele não queira vir antes a seu país antes de visitar outros países, porque ele não é mais o Cardeal de Buenos Aires, mas o Papa de todo o mundo. Existem muitas leituras possíveis que extrapolam nossa tendência de colocar tudo em uma polarização, em uma dicotomia, de olhar as coisas a partir de nosso cotidiano".

"Há coisas que me dão pena. Estamos tendo a oportunidade histórica de ter um papa que abre espaço para haver uma igreja em saída, que esteja ao lado dos pobres e dos que sofrem, e salvo (Dom Oscar) Ojeda, da Caritas, ou os sacerdotes das favelas, não me sinto muito acompanhado em minha tarefa, ou na tarefa de milhares de militantes que trabalham nas vilas ou assentamentos. Não vejo a Igreja institucional lá, tampouco vejo que sejam feitas conversações para estudar a mensagem ambiental do papa. Não vejo que haja um episcopado que siga o papa como eu gostaria".

Declarações para o jornalista Luis Novaresio na rádio La Red

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