Nova edição da Rolling Stone italiana é "espiritual"

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10 Março 2017

“Alguns vão se perguntar por que Bergoglio está na capa da Rolling: simples, porque o papa diz coisas de bom senso, de tamanho sentido que a sua solidão começa a ser palpável. Aqui vai uma pequena prévia do número de março nas bancas [italianas] a partir dessa quinta-feira.”

Publicamos aqui o texto de divulgação da edição italiana da revista Rolling Stone de março de 2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

Para o Papa Francisco, o próximo dia 25 de março em Milão será um dia histórico: a partir das casas de periferia até a catedral, da prisão de San Vittore ao Parque de Monza, o encontro com o papa que pede aos jovens que “façam bagunça” é muito esperado, não só na cidade.

“É como o pão feito em casa”, disse-nos o diretor Ermanno Olmi para descrever o pontífice que se mostra por aquilo que é. Nós o entrevistamos sobre o seu último filme, dedicado ao cardeal Martini.

Capa da edição de março da Rolling Stone italiana

Sabe-se lá se os jovens das “casas brancas” do bairro Trecca, primeira etapa da visita de Bergoglio a Milão no dia 25 de março, pensam da mesma forma: retratados por Alessandro Treves, eles parecem ter saído de um vídeo de street rap. São jovens que, apesar de si mesmos, acostumaram-se à simplicidade, embora, a partir de onde eles estão agora, pareça impossível ver o futuro. Talvez um pontífice segundo o qual “vê-se melhor a realidade a partir da periferia do que do centro” irá ajudá-los?

Certamente, os Assalti Frontali compartilham esse ponto de vista. Nós os entrevistamos sobre algumas oficinas sobre o rap que eles realizaram no Líbano para um grupo de adolescentes entre 8 e 17 anos, muitos deles fugindo do conflito sírio.

Enquanto há quem a acuse de ser a causa da derrota de Hillary Clinton, agora que “Girls” está acabando, Lena Dunham pensa nos seus projetos para o futuro, que incluem se casar com uma estrela do rock. A atriz e roteirista estadunidense nos contou isso em uma entrevista.

Stephin Merritt, dos Magnetic Fields, também está empenhado em fazer um balanço da sua vida e, por ocasião dos seus primeiros 50 anos, publicou um álbum composto por 50 canções, a quase duas décadas da obra-prima absoluta “69 Love Songs”.

Le luci della centrale elettrica – também conhecido como Vasco Brondi – nos falou sobre o seu novo álbum, que investiga o lado cru da vida, ou seja, todas aquelas coisas que devem ser aceitas assim como são, porque não podem ser mudadas. Com uma certeza: o maior sucesso é a liberdade de se dedicar tempo.

O que acontece quando um herói da cena independente em Nova York encontra um big boy do Sul? Nascem os Run the Jewels, a dupla de hip hop mais aguerrida dos Estados Unidos. A propósito de hip hop – italiano, porém – eis Dargen D’Amico, que, com o seu último álbum ao som de piano e de rap, mudou pela enésima vez as cartas sobre a mesa.

Falamos com os irmãos Reid, ou seja, The Jesus and Mary Chain, para entender o que aconteceu nestes 20 anos de silêncio. A dupla nos controu sobre falsas tentativas de homicídio e verdadeiras crises de nervos.

Leonard Cohen foi um poeta, um romancista, um mulherengo, mas também um homem de profunda espiritualidade. Por quase 50 anos, ele escreveu canções inesquecíveis e pungentes, talvez justamente porque a dor esteve ao seu lado durante toda a vida.

Chega aos cinemas Loving, o filme sobre a verdadeira história de um casal que, em 1958, violou as leis raciais ao se casar. O filme é ambientado em um mundo de ódio e de divisão que pensávamos estar superado para sempre, até a chegada de Trump.

A linha que divide a promessa do campeão é muito fina, e Manuel Locatelli, meio-campo do Milan, a está atravessando neste momento. O rapaz parece ter a cabeça no lugar: nada de férias em Formentera (por enquanto), os amigos de sempre e um saudável senso de gratidão.

Depois, muita música, atualidade, moda. A partir desta quinta-feira, nas bancas.

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