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01 Dezembro 2016

Ponto e vírgula

“O Brasil resolveu fazer um ponto e vírgula e engatar uma marcha ré no combate a corrupção” – Rodrigo Janot, procurador-geral da República – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Suspeita

“Eu, enquanto cidadão e servidor público, quero uma lei de abuso de autoridade. Duvido que algum membro do Ministério Público não queira essa lei. Agora, a forma atropelada como tem sido conduzida a discussão levanta no mínimo alguma suspeita. Por que essa pressa toda? Por que uma lei que é de 1965, cuja modificação chegou ao Congresso em 2009, e ali estava parada desde então, de repente aparece no Senado com essa pressa toda para ser apreciada com falhas inegáveis?” – Rodrigo Janot, procurador-geral da República – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Bol

“Nem o Bolt teria tanta velocidade para lançar uma proposta. Não sei qual o espírito de Bolt que foi incorporado pelo presidente do Senado” – Rodrigo Janot, procurador-geral da República, referindo-se a Renan Calheiros, presidente do Senado – PMDB – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Sobrando

“A aprovação de emendas ao projeto anticorrupção com quorum expressivo — acima de 308 votos — mostrou um dado incômodo para a Lava Jato: há deputados suficientes para passar qualquer PEC que imponha limites à força-tarefa” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Joguete

“Michel Temer é um joguete entre pressões, fraco e acovardado diante de todas, mas Henrique Meirelles extravasa uma pretensão sobre os tempos e os fatos vindouros que não cabe nos domínios da racionalidade e do equilíbrio. O Congresso propenso a segui-lo, feita já no Senado a primeira aprovação da camisa de força, é um supermercado de interesses. Se há compensação para aprovar seja o que for, e o Planalto e São Paulo são usinas de compensações, a irresponsabilidade prevalece” – Janio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Cai ou não cai!

“É tão artificial essa situação criada pelo impeachment que eu acho, sinceramente, que esse governo não resistiria a uma série de grandes manifestações” – Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal – STF – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Pura encenação

“O que houve foi que um grupo de políticos que supostamente davam apoio ao governo num determinado momento decidiu que iriam destituir a presidente. O resto foi pura encenação. Os argumentos da defesa não eram levados em consideração, nada era pesado e examinado sob uma ótica dialética. O que sustentava esse grupo? Porque dez pessoas apenas não fazem um impeachment. Era um grupo de líderes em manobras parlamentares que têm um modo de agir sorrateiro. Agem às sobras. E num determinado momento decidiram [derrubar Dilma]. Acuados por acusações graves, eles tinham uma motivação espúria: impedir a investigação de crimes por eles praticados. Essa encenação toda foi um véu que se criou para encobrir a real motivação, que continua válida” – Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal – STF, dizendo que o afastamento de Dilma foi um “impeachment Tabajara” – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Rebanização

“O Brasil deu um passo para trás gigantesco em 2016. As instituições democráticas vinham se fortalecendo de maneira consistente nos últimos 30 anos. O Brasil nunca tinha vivido um período tão longo de estabilidade. E houve uma interrupção brutal desse processo virtuoso. Essa é a grande perda. O Brasil de certa forma entra num processo de "rebananização". É como se o país estivesse reatando com um passado no qual éramos considerados uma República de Bananas. Isso é muito claro. Basta ver o olhar que o mundo lança sobre o Brasil hoje” – Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal – STF – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Anão político

“O Brasil se tornou um anão político na sua região, onde deveria exercer liderança. É esse trunfo que o país está perdendo” – Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal – STF – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Emasculação

“A lógica é a seguinte: se eu posso derrubar um chefe de Estado, por que não posso intimidar e encurralar juízes? Poucos intuíram – ou fingiram não intuir – que o que ocorreu no Brasil de abril a agosto de 2016 resultaria no deslocamento do centro de gravidade da política nacional, isto é, na emasculação da presidência da República e do Poder Judiciário e no artificial robustecimento dos membros do Legislativo” – Joaquim Barbosa, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal – STF – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

Geddéis

“E chegamos à Bahia, terra de sol e geddéis. O sol é para todos mas no trigésimo andar fica mais perto. Os geddéis são muitos, mas só alguns são pegos” – Luís Fernando Verissimo, escritor – Zero Hora, 01-12-2016.

Hasta siempre

“O governo cubano convidou José Dirceu para a cerimônia fúnebre de Fidel Castro. Como o petista está preso, o convite foi estendido à sua família” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-12-2016.

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