"A unidade entre os cristãos é uma prioridade"

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02 Novembro 2016

Unidade, superação das fraturas históricos, reconhecimento dos erros, busca de campos comuns, acolhida ao estrangeiro. Francisco fala aos cristãos luteranos na histórica Catedral de Lund, no sul da Suécia, onde ele chegou nessa segunda-feira para uma viagem curta, mas decisiva, do seu pontificado, cujos frutos maiores talvez serão vistos no médio-longo prazo.

A reportagem é de Carlo Marroni, publicada no jornal Il Sole 24 Ore, 01-11-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Uma viagem profundamente "ecumênica": ele oferece a sua Igreja "em saída" não só para superar as rachaduras distantes, mas também para – como diz o documento comum – expressar gratidão pelos "dons espirituais e teológicos" da Reforma de 500 anos atrás, passagem importante e até agora inédita no acidentado terreno teológico.

Sob as curvas históricas da antiga igreja, acolhido pela primaz Antje Jackelén, depois de ter se encontrado com a família real da Suécia, ele assinou a declaração comum que encerra um percurso que começou há meio século: "A unidade entre os cristãos é uma prioridade, porque reconhecemos que, entre de nós, é muito mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa".

O papa agradece pelo seu compromisso àqueles que "não se resignaram à divisão, mas que mantiveram viva a esperança da reconciliação. Não podemos nos resignar à divisão e ao distanciamento que a separação produziu entre nós. Temos a oportunidade de reparar um momento crucial da nossa história, superando controvérsias e mal-entendidos que, muitas vezes, impediram que nos compreendêssemos uns com os outros".

E acrescenta: "Devemos olhar com amor e honestidade para o nosso passado e reconhecer o erro e pedir perdão: somente Deus é o juiz. É preciso reconhecer com a mesma honestidade e amor que a nossa divisão se afastava da intuição originária do povo de Deus, que anseia naturalmente a estar unida, e foi perpetuada historicamente por homens de poder deste mundo, mais do que pela vontade do povo fiel".

No entanto, reconhece Francisco, "havia uma vontade sincera de ambas as partes de professar e defender a verdadeira fé, mas também somos conscientes de que nos encerramos em nós mesmos por temor ou preconceitos à fé que os demais professam com um sotaque e uma linguagem diferente".

E uma ovação de pé – que brotou entre os bancos depois de alguma prudência nórdica inicial – saudou a assinatura da declaração assinada conjuntamente pelo papa e pelo presidente da Federação Luterana Mundial, o bispo palestino Munib Younan, fruto evidente de um trabalho complexo, mas também de um forte impulso bergogliano: "Graças ao diálogo e testemunho compartilhado, já não somos desconhecidos... Exortamos luteranos e católicos a trabalharem juntos para acolher quem é estrangeiro, prestar auxílio a quantos são forçados a fugir por causa da guerra e da perseguição, e defender os direitos dos refugiados e de quantos procuram asilo".

Juntos, portanto, rumo àqueles que sofrem e fogem da guerra e da miséria, em obras concretas. O documento é claro e confessa que "luteranos e católicos feriram a unidade visível da Igreja. Diferenças teológicas foram acompanhadas por preconceitos e conflitos, e instrumentalizou-se a religião para fins políticos".

Certamente, "o passado não pode ser mudado", mas "a memória e o modo de fazer memória podem ser transformados. Rezamos pela cura das nossas feridas e das recordações que ofuscam a nossa visão uns dos outros – continua a declaração. Rezamos pela cura das nossas feridas e das lembranças que turvam a nossa visão uns dos outros. Rejeitamos categoricamente todo o ódio e violência, passados e presentes, especialmente os implementados em nome da religião. Hoje, escutamos o mandamento de Deus para se pôr de parte todo o conflito. Reconhecemos que fomos libertos pela graça para nos dirigirmos para a comunhão a que Deus nos chama sem cessar".

O dia concluiu na Arena de Malmö, em um evento ecumênico, em que o papa ouviu quatro testemunhas: uma jovem indiana, um sacerdote colombiano, uma mulher do Burundi que salvou muitas crianças e uma refugiada do Sudão do Sul, atleta porta-bandeira dos refugiados na Olimpíadas do Rio.

"Quero agradecer a todos os governos que ajudam os refugiados, a todos os governos que ajudam os deslocados e os requerentes de asilo, porque todas as ações em favor dessas pessoas que têm necessidade de proteção representam um grande gesto de solidariedade e de reconhecimento da sua dignidade", disse o papa, renovando seu apelo por "Aleppo, cidade extenuada pela guerra, onde de despreza e se pisoteia até mesmo os direitos mais fundamentais. Em meio a tanta devastação, é verdadeiramente heroico que homens e mulheres permaneçam lá para prestar assistência material e espiritual àqueles que têm necessidade".

"Imploremos a graça da conversão dos corações daqueles que têm a responsabilidade pelos destinos do mundo, dessa região e de todos os que intervêm nela."

E, dirigindo-se para Antoine Audo, bispo caldeu de Aleppo, acrescentou: "É admirável que tu, querido irmão Antoine, continues trabalhando em meio a tantos perigos para nos contar a dramática situação dos sírios". O prelado sírio lembra a todos que, no país, "três milhões de crianças não vão à escola. A deterioração física e moral é lida em cada rosto, chega a todos, especialmente os mais pobres e, entre eles, as crianças, os adolescentes e os idosos".

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