A extraordinária liberdade com que Bento XVI fala de si mesmo e de Bergoglio

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09 Setembro 2016

As Ultime conversazioni [Últimas conversas] do Papa Bento XVI é um livro agradável e extraordinário por diversas razões e não só porque nunca se tinha visto um papa fazer o balanço do seu próprio pontificado.

A reportagem é de Luigi Accattoli, publicada no jornal Corriere della Sera, 08-09-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Acima de tudo, é extraordinária a liberdade com que Bento fala do seu sucessor, de si mesmo e do futuro da Igreja. Ele se diz "feliz" com a eleição de Bergoglio e defende o que fez.

Agradável é a franqueza das confidências, até mesmo o mais diminutas, escrupulosamente conservadas por tantos anos: ele escreve apenas a lápis e nunca a caneta, quando deve "ponderar bem uma questão", se deita no sofá. Chegando à Itália, apaixonou-se pela "pennichella" [sesta após o almoço]. Desde 1997, tem um marca-passo e não vêm com o olho esquerdo.

Estamos impressionados com a liberdade com que Francisco fala no avião – mas também na terra – sobre qualquer questão que lhe é posta, mas o Papa Emérito também faz o mesmo: competindo, tinham se despojado do vermelho e, competindo, libertam a figura papal dos códigos linguísticos que a bloqueavam mais do que a tiara.

Esse livro constitui uma prova convincente da boa relação que une os dois papas: se tivesse havido mesmo que uma mínima dificuldade, nem o emérito – que vai completar 90 anos em abril próximo – teria ousado propor tal publicação, nem o sucessor – que vai completa 80 em dezembro – a teria autorizada.

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