Belga quer revolucionar favelas brasileiras com energia solar

Revista ihu on-line

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Mais Lidos

  • Bolívia. “O elemento central da derrubada de Evo Morales não é a direita, mas o levante popular”. Entrevista com Fabio Luís Barbosa dos Santos

    LER MAIS
  • Finanças do Vaticano, o jesuíta espanhol Juan Antonio Guerrero é o novo prefeito

    LER MAIS
  • Representante do Papa participa de Encontro "Economia de Francisco" na PUC-SP

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

24 Agosto 2016

Dhuyvetter lembra que atualmente a tarifa de energia no Brasil está entre as mais caras do mundo.

O sonho de Pol Dhuyvetter é tornar as favelas independentes das concessionárias de energia elétrica. Isso explica por que ele está à frente da primeira cooperativa de geração de energia solar do Brasil, localizada no morro da Babilônia, no Rio de Janeiro.

A informação é de Rodrigo Pinto, publicada por BBC Brasil, 23-08-2016.

Batizada Revolusolar, a cooperativa já conta com dois estabelecimentos locais (dois albergues), que não só usam energia solar como a vendem para a Light durante o dia, quando a produção é maior do que o consumo.

Em breve, Dhuyvetter, que também mora na Babilônia, espera cobrir com painéis o centro comunitário e o posto de saúde locais:

Os moradores decidirão qual o preço e o que fazer com o lucro obtido pela cooperativa

O belga chegou à Babilônia depois de tentativas frustradas de alugar um apartamento em Copacabana sem fiador.

Tarifas altas

Dhuyvetter lembra que atualmente a tarifa de energia no Brasil está entre as mais caras do mundo. De acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio, o preço é 46% superior à média internacional.

Segundo o belga, o projeto na Babilônia servirá de piloto para outras comunidades no Brasil.

No mês passado, Dhuyvetter foi convidado a explicar o projeto na Câmara dos Deputados. "Os representantes do governo ficaram entusiasmados", diz.

Leia mais...

Bandeiras tarifárias: o novo equívoco do setor elétrico. Entrevista especial com Heitor Costa

"O clima criado com a redução das tarifas de energia prejudica o sistema"

Quatro décadas de crise energética e a falta de um planejamento eficiente. Entrevista especial com André Tosi Furtado

Por que a energia solar não deslancha no Brasil

Painel solar fotovoltaico já dá retorno financeiro em 5 anos com novas tarifas de luz

Expansão de energia solar fotovoltaica esbarra na falta de tecnologia nacional

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Belga quer revolucionar favelas brasileiras com energia solar - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV