Francisco e a viagem da Igreja para fora de si mesma. Artigo de Gianni Valente

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31 Maio 2016

Teólogos argentinos caros a Bergoglio, como Rafael Tello e Lucio Gera, contaram em meio a incompreensões e vexações clericais que a predileção de Deus pelo povo "periférico" dos pobres é o método pelo qual a salvação pode alcançar a todos, passando de pessoa a pessoa.

A opinião é do jornalista e historiador italiano Gianni Valente, em artigo publicado na revista italiana de geopolítica Limes, n. 4 de 2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

"Pensando no próximo papa: um homem que, a partir da contemplação de Jesus Cristo e da adoração de Jesus Cristo, ajude a Igreja a sair de si mesma, rumo às periferias existenciais." Havia também essa lembrança para o próximo papa vindouro no discurso de poucos minutos que o cardeal Jorge Mario Bergoglio proferiu diante dos outros purpurados, deixando-os emudecidos, nos encontros em que o Colégio Cardinalício se preparava para o conclave de março de 2013.

Na breve intervenção, o purpurado argentino tinha prenunciado o rosto de uma Igreja "chamada a sair de si mesma e ir rumo às periferias. Não só as geográficas, mas também as periferias existenciais: as do mistério do pecado, as da dor, as da injustiça, as da ignorância e da indiferença religiosa, as do pensamento, as de toda miséria".

A partir daquele conclave, Bergoglio saiu como Papa Francisco. Desde então, a dicotomia centro-periferia fez um ingresso veemente no magistério do primeiro pontífice que veio de uma megalópole do hemisfério Sul.

Seguindo a pista da lista de frases "periféricas" de Bergoglio, encontram-se indícios preciosos sobre as fontes reais da repartida evangélica que o atual bispo de Roma desencadeou também no eixo das relações Igreja-mundo. E se encontram antídotos poderosos aos conformismos convergentes com que detratores e puxa-sacos saqueiam o léxico bergogliano furiosamente , na tentativa de confinar o atual papa na caricatura do demagogo.

A perspectiva Magalhães

Na América Latina dos anos 1970 e 1980, o dualismo centro-periferia tinha representado um ponto nodal crucial no pensamento de um grupo de intelectuais de matriz marxiana e keynesiana, de Samir Amin a André Gunder Frank, do brasileiro Celso Furtado ao argentino Raúl Prebisch.

Tal dualismo também caracterizava a teoria da dependência por eles compartilhada, que via na pobreza dos países em desenvolvimento o efeito do modo distorcido e injusto com que eles eram integradas no sistema global, dominado pelo primeiro mundo ocidental.

Os teóricos da dependência denunciavam um sistema de relações internacionais de derivação neocolonial, arquitetado para prorrogar ad libitum a submissão e a exploração dos países periféricos por parte dos avançados mediante a economia, o controle da mídia, as grandes operações financeiras, a gestão do imaginário coletivo global. Com os países pobres identificados como destino final das tecnologias obsoletas descartadas pelos países dominantes.

Na ânsia difundida de encontrar ascendências intelectuais profundas nas palavras e nos gestos do Papa Francisco, houve quem propusesse pontos de contato mais ou menos implícitos entre as periferias bergoglianas e os teóricos da dependência. Operação sugestiva, mas fora de alvo: o único instrumento analítico apto a captar na tensão centro-periferia um indicador de como vão as coisas na Igreja e no mundo foi obtido por Bergoglio na filósofa argentina peronista Amelia Podetti (1928-1979). A especialista rio-platense em Hegel, que ensinava filosofia na Universidade Estatal de Buenos Aires e na universidade jesuíta de El Salvador e era considerada próxima da facção terceiro-mundista, não marxista da Guardia de Hierro, repetia que a Europa tinha se "visto" de maneira diferente depois da viagem feita por Fernão de Magalhães para circunavegar a Terra. Olhar o mundo a partir de Madri não era como olhá-lo a partir da Terra do Fogo: o visual era mais amplo, e era possível ver coisas escondidas para aqueles que olhavam tudo a partir do "centro" do império.

As considerações simples, formuladas por uma professora conhecida em Buenos Aires nos anos em que ele era sacerdote e provincial dos jesuítas, são hoje retomadas por Bergoglio quando ele é chamado a dar razão das suas insistentes referências às periferias.

"Vê-se melhor a realidade a partir da periferia do que do centro", explicou Francisco na entrevista a um boletim paroquial da Villa La Carcova, uma favela da Grande Buenos Aires. "Normalmente", acrescentou Bergoglio naquela conversa com os villeros que se tornaram entrevistadores papais, "nós nos movemos em espaços que, de um modo ou de outro, controlamos. Esse é o centro. Na medida em que saímos do centro e nos afastamos dele, descobrimos mais coisas" [1].

O fato de o Papa Francisco olhar para as periferias não é o resultado de um esforço, não coincide com uma tática pastoral e geopolítica a ser imposta à máquina eclesiástica, não visa a afirmar uma concepção do mundo. Acima de tudo, é uma simples opção hermenêutica, aconselhável porque convém, porque é vantajosa e fecunda. Aconselhável para todos, sem excluir ninguém, incluindo os líderes das superpotências e os afiliados à elite econômica global.

No seu ministério pastoral, antes e depois da eleição papal, Bergoglio pôde verificar de forma constante e cada vez mais surpreendente que se vê melhor a realidade a partir das periferias do que do centro. Começando por aquelas entendidas no sentido mais comum, as periferias urbanas da sua cidade.

Imaginários metropolitanos

Bergoglio, o portenho, logo intui que, nas grandes áreas marginais das megalópoles, jogam-se partidas cruciais – presentes e futuras – para o destino do mundo e do anúncio cristão. Se a partir da periferia "se vê melhor a realidade", convém encontrar os homens e as mulheres que lá vivem e lutam, assim como são. Nos grandes conglomerados urbanos que há décadas continuam atraindo milhões de novos habitantes provenientes dos vilarejos e das províncias rurais, onde se despedaçam e se misturam os monolitismos culturais e se experimentam novas dinâmicas de exclusão e de manipulação.

Ainda desde 2007, valorizando as intuições do sacerdote Jorge Eduardo Scheinig, o então arcebispo de Buenos Aires tinha estimulado na sua diocese uma reflexão partilhada sobre a questão urgente da missão pastoral nos novos contextos urbanos.

Deixando de lado toda presunção de "reconquista neoclerical" das multidões urbanizadas, Bergoglio e os seus colaboradores reconheciam, sem apreensões, que acabou o tempo das monoculturas homologadas, que nas cidades tomam forma, convivem e se sobrepõem diversos "imaginários" existenciais e que os sujeitos cristãos também "estão imersos no cadinho da hibridação cultural" e expostos "às suas influências" [2]. Uma realidade fluida, em que é preciso aderir com realismo às condições dadas, confiando não no recurso a novas técnicas de propaganda missionária, mas nas dinâmicas evangélicas mais elementares e no próprio agir da graça.

Os sacerdotes e os agentes de pastoral tão apreciados pelo arcebispo Bergoglio não se dirigem às periferias urbanas para "levar Cristo", com o ar de quem se inclina sobre os abandonados para doar um produto religioso destilado em algum laboratório teológico do centro. Nas experiências pastorais mais caras a Bergoglio, acontece exatamente o inverso: vai-se à periferia porque lá pode acontecer com mais facilidade o "encontro com Cristo" já presente e operante entre os seus prediletos. Só graças a tal encontro, seguindo a Cristo, a Igreja pode "sair de si mesma" e se libertar da tentação da autorreferencialidade, de acordo com a intuição formulada também pelos bispos latino-americanos na assembleia de Aparecida [3].

Aos olhos de Bergoglio, essa inversão tornava interessante para todo o tecido diocesano a experiência eclesial e social das comunidades que floresceram em torno dos sacerdotes operantes nas villas miseria. Para esses assentamentos espontâneos inchados de imigrantes, que chegavam até as áreas centrais das metrópoles argentinas, a solução já escrita no tempo dos regimes militares devia ser a demolição e a deportação dos habitantes.

Em vez disso, há décadas, precisamente naquelas áreas martirizadas pela violência e usadas como aterros também para os resíduos da indústria da droga, a rede de vida eclesial que floresceu de forma gratuita e não planejada favorece processos de humanização e de recomposição das dinâmicas comunitárias. Os curas villeros falam dessas áreas fora dos limites das pessoas dos bairros "normais" não como uma emergência social a ser resolvida ou recuperada, mas como lugares onde se pode experimentar dinâmicas de cura a partir do interior, encontrando recursos também nos tesouros de espiritualidade popular dissipados alhures pelo desmatamento da memória cristã.

Quando o arcebispo Bergoglio valorizava e reivindicava essas experiências, ele o fazia também para sugerir a todos as dinâmicas de "conversão pastoral" das atividades eclesiais que ele via serem implementadas lá de maneira espontânea e criativa. Mas tal predileção não expressava favoritismos discriminantes em relação a outras realidades diocesanas. A sua desgastante atividade pastoral aderia sem exceções também aos convites e às solicitações que vinham de movimentos e centros esportivos, instituições culturais e paróquias dos bairros mais opulentos.

A imagem do bispo Bergoglio totalmente dedicado a reservar os seus cuidados pastorais de maneira exclusiva às cabecitas negras das villas miseria já se tornou uma caricatura cada vez mais lançada pelos inimigos ideológicos do pontificado, junto com a do papa "descamisado peronista latino-americano" e a outra, a mais inflacionada, que interpreta todo movimento de Bergoglio como reflexo mecânico da sua marca jesuíta.

Periferias globais

O encontro buscado com as áreas marginais e os lugares-símbolo das grandes emergências coletivas determina de forma evidente as rotas das visitas papais e também as etapas internas das viagens individuais. A primeira viagem fora de Roma de Francisco o levou a Lampedusa. A última, por enquanto, o levou a Lesbos na primeira "viagem ecumênica" católico-ortodoxa realizada na companhia do Patriarca Bartolomeu I e do arcebispo de Atenas, Hieronymos II. Duas viagens-relâmpago para abraçar, nas duas ilhas-jangada no Mediterrâneo, as multidões de refugiados africanos e asiáticos envolvidos naquela que Bergoglio definiu como "a maior catástrofe humanitária depois da Guerra Mundial".

Nas Filipinas, o sucessor de Pedro quis ir ao encontro da ilha de Leyte para abraçar, em Tacloban, os sobreviventes do ciclone Yolanda. Na sua primeira viagem europeia, ele não voou para Londres ou para Paris, mas para a Albânia, terra majoritariamente muçulmana, disseminada pelos mártires do comunismo. Na sua primeira viagem à América Latina, posta na agenda durante o seu pontificado, ele escolheu passar pelo Equador, Bolívia e Paraguai, Bolívia e Paraguai, os países "periféricos da periferia sul-americana" (Luis Badilla).

Enquanto isso, na sua viagem ao México, ele voou ao extremo sul do Chiapas para pedir perdão aos povos indígenas "incompreendidos e excluídos" e terminou a visita em Ciudad Juárez, outro lugar-símbolo da emergência migratória, onde celebrou a missa a poucas dezenas de metros da fronteira com os Estados Unidos e abençoou os sapatos dos migrantes mortos na tentativa de atravessar a fronteira.

Mesmo na sua dimensão global e geopolítica, a predileção bergogliana pelas áreas marginais e pelas situações-limite não é motivada por posturas ideológicas ou ressentimentos antagônicos em relação aos centros geográficos, econômicos e políticos onde se exerce o poder global.

Nos palcos internacionais, com os gestos e com as palavras, o Papa Francisco repete apenas que, "a partir da periferia, veem-se melhor as coisas". Uma sugestão posta à disposição das elites envolvidas nos processos decisionais que condicionam a vida das multidões.

Na tutoria espiritual oferecida por Francisco para quem vive nas periferias do mundo, não há nenhuma arrogância de rebelião. Não é acariciado o delírio utópico de contrapor as periferias ao centro, para "removê-lo". Movendo-se na tradição da Igreja, o Papa Francisco é respeitoso aos poderes constituídos, de Putin a Xi Jinping, de Merkel a Evo Morales. Ele dialoga sobre os problemas do mundo com a diretora do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde; exalta o Parlamento Europeu, recordando o espírito dos pais fundadores da União Europeia; voa para a ONU, cita Dag Hammarskjöld e presta homenagem aos homens e às mulheres que, no maltratado palácio de vidro, "serviram com lealdade e sacrifício a humanidade inteira nesses 70 anos". No encontro com Barack Obama na Casa Branca, ele rasga o vestidinho de papa anti-yankee que queriam costurar ao redor dele; fala ao Congresso como irmão americano, "filho deste grande continente"; não recrimina, não condena, não bate em ninguém. Ele entra no coração da América, com um discurso em que exalta tudo aquilo que de grande e nobre vibra na história do povo estadunidense.

Francisco não convida a liderança a ser colocar à parte. Ele dirige precisamente a eles, fora de todo esnobismo clerical, o apelo a reconhecer que a atual condição do mundo torna mais evidente a unidade de toda a família humana com a qual o Concílio Vaticano II já tinha acertado as contas. Ele repete aos decisores fechados nas suas centrais de operações que, no atual cenário global, não existem ilhas privilegiadas capazes de se preservar com muros e arame farpado dos males antigos e novos que atormentam a vida de multidões, das migrações ao terrorismo, da pobreza aos desastres ambientais.

Diante dessa realidade de fato, um olhar sobre o mundo a partir das periferias pode inspirar iniciativas e soluções compartilhadas mais clarividentes, para tentar desatar os nós, para recalibrar juntos o sistema de gestão do mundo e afastá-lo de espirais autodestrutivas (prefiguradas também na encíclica Laudato si').

Tal visão periférica, sempre atenta às dinâmicas in loco, também favoreceu o olhar lúcido e livre de Francisco e da diplomacia vaticana liderada pelo cardeal Pietro Parolin sobre o conflito sírio e sobre as outras convulsões do Oriente Médio. Driblando as propagandas ideológicas de todos os matizes, o bispo de Roma e os seus colaboradores continuaram a indicar com insistência os fatores de poder real – tráfico de armas, mercado clandestino do petróleo, fluxo de dinheiro – nos quais era necessário intervir, se realmente se queria tirar o oxigênio das agências do terror.

O método da predileção

O Papa Francisco recebe e vai encontrar os grandes do mundo. Mas, em todas as ocasiões, abraça com mais ímpeto os pobres, os doentes, os deficientes, os abandonados, os presos. Na audiência do sábado, 9 de abril, ele encontrou um grupo de 50 ex-prostitutas e transexuais que saíram dos circuitos do sexo pago. Ele apoia as iniciativas em defesa das crianças albinas que, em alguns países da África, são maltratadas e mortas como se fossem criaturas endemoninhadas. Faz abrir chuveiros e barbeiros ao lado da colunata de Bernini em benefício dos desabrigados romanos, que, por impulso da esmolaria apostólica, também são levados para visitar a Capela Sistina.

A atenção do papa às periferias não é um produto de laboratório; não há necessidade de incomodar as teorias sobre a nova cristandade emergente do Sul global elaboradas por Philip Jenkins. As "periferias existenciais" às quais o bispo de Roma dirige com mais cuidado a sua obra pastoral revelam a natureza mais íntima da opção periférica professada por Bergoglio. Na sua preferência por aqueles que vivem nas periferias, concretiza-se a predileção pelos pobres que marca como traço genético o anúncio cristão e que é conservada por toda a tradição da Igreja.

Teólogos argentinos caros a Bergoglio, como Rafael Tello e Lucio Gera, contaram em meio a incompreensões e vexações clericais que a predileção de Deus pelo povo "periférico" dos pobres é o método pelo qual a salvação pode alcançar a todos, passando de pessoa a pessoa.

Mas Santo Agostinho já contava que Deus tinha preferido um pobre pescador, que não importava nada, para fazer chegar a Sua salvação também ao imperador, ao senador e ao intelectual, para que ficasse mais evidente a gratuidade do seu dom [4].

Mais de uma vez, na Praça de São Pedro, Francisco fez com que quem distribuísse aos peregrinos os Evangelhos de bolso e os livros de oração (aqueles que ele recomenda que sejam lidos também enquanto se viaja de metrô) fossem os sem-teto e outros pobres que vivem ao redor do Vaticano.

A opção preferencial pelos pobres se oferece como critério objetivo para se olhar e discernir os fatos da história, os processos econômicos, as dialéticas dos poderes. A atenção às periferias, aos refugiados, aos migrantes, aos desempregados, tachada de bonacheirice nas campanhas anti-Bergoglio, sugere que, justamente adotando uma perspectiva descentrada, pode-se adivinhar, favorecer e acompanhar caminhos de cura dos males e dos problemas que afligem toda a família humana no tempo presente, ameaçando o futuro de todos.

Notas:

1. Entrevista concedida ao Carcova News, revista publicada pela villa miseria La Carcova, 10 de março de 2015.

2. J. M. Bergoglio. Dio nella città. Milão, 2013, p. 25-26.

3. " A fé nos ensina que Deus vive na cidade, em meio as suas alegrias, desejos e esperanças, com também em meio as suas dores e sofrimentos." Documento de Aparecida, n. 514.

4. Agostinho. Sermo 43, 6.

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