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26 Janeiro 2017

Esta data é mundialmente lembrada como o “Dia em Memória às Vítimas do Holocausto”, pois marca o aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz, na Polônia.

O Holocausto e o dever da memória

Analisando o Holocausto e suas conexões com a vingança, o Mal em si, a memória e vingança, o psicanalista Abrão Slavutzky pontua que “a humanidade é mais louca do que conseguimos imaginar, porque, na verdade, o hommo não é só sapiens, mas é hommo demens também”. Segundo ele, preferimos falar que a crueldade é desumana, porque nos choca compreendê-la como um fenômeno humano.
“Já a vitimização é a expressão do masoquismo, é a valorização do sofrimento, logo uma expressão da pulsão de morte. Quando se dramatizam as dores, o sentimento de vítimas, se cai numa atitude passiva diante do destino, diante do outro. O desafio é sair deste lugar para uma atitude ativa de luta por um espaço independente, um espaço construtivo”, pontua. Por outro lado, Slavutzky assinala que é fundamental mantermos a memória, aquela “obrigação bíblica de não esquecer”.

Tecendo relações entre a fé e o processo de perdão e superação do Mal, afirma: “A fé deveria ser pensada não só como uma questão religiosa, mas como uma necessidade do ser humano de manter a ilusão”, fantasia que alivia a dor, ainda que não resolva a questão existencial. E conclui: “Depois do que ocorreu, como se pode sustentar que o homem foi feito à imagem e à semelhança divina, como consta na Bíblia? O problema da identidade judaica e alemã mudou com o nazismo, mas também a imagem que se fazia do ser humano”. As ideias fazem parte da entrevista, a seguir, concedida, por e-mail, à IHU On-Line.

Para ler mais:

No inicio do ano (2012), o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um discurso dizendo que este ano a ONU lembra a data dando ênfase às crianças. Ele disse: “Hoje, ao recordar todos àqueles que perderam sua vida no Holocausto — desde crianças até adultos –, peço que todas as nações protejam os mais vulneráveis, independente de raça, cor, gênero ou religião. As crianças são especialmente vulneráveis ao pior da humanidade. Devemos mostrar-lhes o melhor que este mundo tem para oferecer.”

Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aproveitou para fazer uma ligação com o que Israel tem vivido em relação ao Irã nos últimos tempos. Para ele, a maior lição do Holocausto é que Israel “deve forjar quantas alianças forem possíveis no mundo” para agir contra qualquer ameaça existencial. E acrescentou: “não devemos enterrar nossa cabeça na areia. O regime iraniano pede abertamente a destruição de Israel, e planeja a destruição de Israel e age pela destruição de Israel. A lição é que as nações do mundo devem ser despertadas”.

Na data de hoje, muitas homenagens pacíficas foram realizadas em vários lugares do mundo, inclusive em Auschwitz.  Também foi lançado pelas Nações Unidas o aplicativo, IWitness, que dá acesso a testemunhos de cerca de mil sobreviventes do genocídio ocorrido na Alemanha nazista durante a Segunda Guerra.

Com informações O Repórter, Estadão e ONU

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