Breves do Facebook

Revista ihu on-line

Missões jesuíticas. Mundos que se revelam e se transformam

Edição: 530

Leia mais

Nietzsche. Da moral de rebanho à reconstrução genealógica do pensar

Edição: 529

Leia mais

China, nova potência mundial – Contradições e lógicas que vêm transformando o país

Edição: 528

Leia mais

Missões jesuíticas. Mundos que se revelam e se transformam

Edição: 530

Leia mais

Nietzsche. Da moral de rebanho à reconstrução genealógica do pensar

Edição: 529

Leia mais

China, nova potência mundial – Contradições e lógicas que vêm transformando o país

Edição: 528

Leia mais

Missões jesuíticas. Mundos que se revelam e se transformam

Edição: 530

Leia mais

Nietzsche. Da moral de rebanho à reconstrução genealógica do pensar

Edição: 529

Leia mais

China, nova potência mundial – Contradições e lógicas que vêm transformando o país

Edição: 528

Leia mais

Mais Lidos

  • Calmaria antes da tempestade: antecipando o plano radical de um papa reformista para reduzir a Cúria Romana

    LER MAIS
  • Lula solto poderia tirar militares do controle, diz comandante do Exército: “Estávamos no limite”

    LER MAIS
  • “Atualmente, o ser humano vive como um animal em cativeiro”. Entrevista com José Luis Padilla

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

09 Novembro 2018

Cid Benjamin

Duas contradições que vão aflorar rapidinho no governo Bolsonaro:

1) Entre os que são realmente contrários à corrupção e os que vão fechar os olhos para as bandalheiras da base parlamentar do presidente eleito (e até participar delas).

2) Entre os militares que vão aceitar de bom grado a subserviência total aos Estados Unidos e os que vão se incomodar com essa política.

 

Idelber Avelar

Logo que Trump venceu as eleições aqui, e me vi tendo acessos de riso com seu discurso, concebi um projeto que ainda não realizei: revisitar a bibliografia sobre o humor para pensá-la à luz da política atual.

Por que rimos? Qual é a fonte do cômico? Essas são perguntas que ocuparam muita gente, de Aristóteles a Bergson a Bakhtin a Freud. É uma bibliografia essencial pra nós, da literatura.

A importância dessa bibliografia para a compreensão destes tempos se reforçou em mim depois da eleição de Bolsonaro. O trumpismo-bolsonarismo é catastrófico, mas é também fonte de uma risada (às vezes nervosa) que precisa ser entendida.

Paulo Guedes, o gênio bolsonarista da economia, descobrindo que o orçamento de um ano é votado no ano anterior, Bolsonaro confundindo “dialeto” e “dialética”, Luiz de Orleans e Bragança ensinando que o DEM e o PP são de esquerda: tudo isso tem um potencial cômico inegável.

É importante que a oposição a Bolsonaro não seja a chata que censura piadas. Também é importante, claro, que ela não perca de vista o catastrófico da situação. O desafio é fazer essas duas coisas ao mesmo tempo.

Como é possível que a gente dê risadas de um absurdo catastrófico? Aristóteles se fez essa pergunta. Ela nos acompanhará nos próximos anos.

 

Cid Benjamin

Penso que se engana quem imagina que, com o esvaziamento da universidade pública (uma ameaça real), a tendência será o fim da pesquisa no país.

Ela vai continuar existindo, mas redirecionada. Vai ser voltada para os interesses do capital privado e do lucro, não para as reais necessidades do país e do povo.

As empresas vão utilizar uma mão de obra que lhes vai sair barata para estudos que tragam retorno financeiro.

Afinal, quem paga a orquestra escolhe o repertório.

 

Gustavo Gindre

No campo da comunicação há dois temas que envolvem o Brasil profundo e que, por isso, estão passando abaixo do radar.
O primeiro é a migração das rádios do AM para o FM e o consequente fim do AM. Ocorre que o AM tem um alcance bem maior do que o FM e seu fim promoverá um apagão do rádio em várias localidades do interior do país.

O segundo é o desligamento da TV aberta analógica. Até o fim de 2018 a TV analógica será desligada em todos os municípios onde havia pressa para desocupar a faixa de espectro do UHF que será utilizada pelo 4G. Serão cerca de 1,4 mil municípios abrangendo umas 150 milhões de pessoas.

Mas há o restante do país, os milhares de municípios minúsculos onde não haverá investimento das teles para o desligamento da TV analógica, uma vez que o espectro do UHF que será utilizado para o 4G já está livre. Por sua vez, as emissoras de TV (retransmissoras na sua imensa maioria e algumas pertencentes às prefeituras) terão dificuldades para se digitalizar até 2022 como determina o cronograma oficial.

 

Luiz Augusto Passos

Como as estatística mostram que a fase mais produtiva é aquela da adolescência e mocidade, em todos os países o interesse de colocar na prisão, e em prisões especiais, e com terceirização para que se possa utilizar jovens no trabalho, em condição de trabalho escravo. Nestes casos,  estas prisões especiais escolhem os jovens que lhes dará lucro.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Breves do Facebook - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV