Áustria. Cardeal diz que católicos podem aprender com as Igrejas livres

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11 Outubro 2018

O diálogo ecumênico com as Igrejas livres foi “imperativo”, disse o cardeal Christoph Schönborn aos delegados presentes no último dia da assembleia diocesana de cinco dias da Arquidiocese de Viena, no dia 29 de setembro, na Catedral de Santo Estêvão.

A reportagem é de Christa Pongratz-Lippitt, publicada em The Tablet, 10-09-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Os católicos e os membros das Igrejas livres devem aprender uns com os outros, sem perder sua própria identidade”, ressaltou o cardeal.

Cinco Igrejas livres, ou seja, batistas, evangélicas, menonitas, a Comunidade Elaia e pentecostais, foram reconhecidas como Igrejas pelo Estado austríaco em 2013. Na época, juntas, elas tinham 20.000 membros. Hoje, apenas cinco anos depois, esse número dobrou, e as Igrejas livres têm aproximadamente 40.000 membros, com uma filiação constantemente em ascensão.

No dia 28 de setembro, o fundador da “Iniciativa de Oração 24-7”, o pastor Pete Greig, foi o principal orador na assembleia na catedral, e, uma semana depois, o Movimento Loretto e a “Iniciativa de Oração 24-7” da Igreja Livre realizaram um grande encontro de oração na Catedral de Santo Estevão.

No dia 29 de setembro, representantes das Igrejas católica, protestantes e livres assistiram à abertura de um centro ecumênico de missão chamado “Campus Hub Wien”, na nova estação ferroviária principal de Viena.

Schönborn desempenhou um papel fundamental na mudança de atitude da Igreja em relação às Igrejas livres, disse o diácono Johannes Fichtenbauer, que trabalha de perto com o cardeal, ao jornal austríaco Profil no dia 1º de outubro.

Ainda em janeiro de 2011, Schönborn havia convidado lideranças da Igreja Livre para um encontro em Passau, pois ele queria saber por que as Igrejas livres estavam crescendo tão rápido, lembrou Fichtenbauer. A resposta que ele recebeu foi que elas estavam simplesmente proclamando ativamente a mensagem do Evangelho.

Foi depois dessa reunião, há sete anos, que o cardeal decidiu que as Igrejas livres deveriam ser consideradas “como parceiras, e não como oponentes”, explicou Fichtenbauer.

As lideranças da Igreja Livre tinham dado o “mais impressionante e surpreendente testemunho” naquele encontro, que ele (Schönborn) considerou muito importante, observou o próprio cardeal naquela época. A Igreja poderia “abandonar seus trajetos às vezes batidos” e descobrir novos caminhos de proclamar a fé, ressaltou Schönborn na reunião de Passau, disse Fichtenbauer.

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