Matsés exigem dos governos do Brasil e Peru paralisação da exploração de petróleo e respeito aos isolados

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • “Da crise não saímos iguais. Ou saímos melhores ou saímos piores”, afirma Papa Francisco na ONU

    LER MAIS
  • Vaticano. Aos irmãos de Becciu 1,5 milhão de euros do dono de empresa de petróleo angolano

    LER MAIS
  • Pós-humano: o desafio de falar do humano e de seu valor. Mudança de época. Artigo de Paolo Benanti

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


26 Junho 2018

O Vale do Javari, no AM, recebeu entre os dias 8 e 10 de junho mais de 200 lideranças indígenas para a VII Reunião Binacional Matsés Brasil-Peru, ocorrida na aldeia Lobo

A informação é de Francisco Loebens, publicada por Cimi, 21-06-2018.

A Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas, recebeu entre os dias 8 e 10 de junho mais de 200 lideranças indígenas para a VII Reunião Binacional Matsés Brasil-Peru, ocorrida na aldeia Lobo. Os indígenas do povo se posicionaram sobre os principais temas que afetam os territórios tradicionais e o bem estar, incluindo o dos grupos em situação voluntária de isolamento, na região fronteiriça dos dois países.

Participaram da reunião representantes de oito comunidades Matsés do Brasil, 12 do Peru e emissários da Organização Geral Matsés (OGM) , além de convidados da Organización Regional de los Pueblos Indígenas del Oriente/Peru (ORPIO), representantes do Ministério da Cultura do Peru, Fundação Nacional do Índio (Funai), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Centro de Trabalho Indigenista (CTI) e Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Denunciaram a política atual do governo brasileiro pela adoção do Parecer 001/2017 da Advocacia Geral da União (AGU), que atenta contra os direitos territoriais dos povos indígenas, e pelo estrangulamento da Funai através do corte de recursos