EUA. Diocese de San Diego lança programa para evitar a separação familiar na fronteira

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11 Junho 2018

Em resposta à política da administração Trump que separa crianças de seus pais que chegam à fronteira EUA-México, o bispo Robert McElroy anunciou que a diocese de San Diego vai lançar um programa que visa manter as famílias unidas.

A reportagem é de Christopher White, publicada por Crux, 10-06-2018. A tradução é de Victor D. Thiesen.

Durante uma missa na fronteira no sábado, McElroy disse "eu acho que é desumano uma política que separa deliberadamente mães de seus filhos."

A diocese, disse ele, começará um "programa que tentará receber as mães que vêm aqui e recebem o primeiro nível do asilo, para que possamos tentar manter elas com seus filhos, ao invés de serem separados."

McElroy celebrou a missa na fronteira juntamente com auxílio do bispo John Dolan, para lançar a iniciativa "Footprints of Tenderness" (Pegadas de Ternura, em português), no qual uma bandeira e uma cruz serão levadas da fronteira EUA-México até a Patagônia, no Chile, em um esforço de sensibilização da situação das crianças requerentes de asilo.

"É uma coisa incrível estarmos aqui em uma fronteira onde o oceano é tão lindo, absolutamente lindo, e você tem esse muro que representa uma divisão", Dolan disse ao Times of San Diego.

Na semana passada, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos emitiu uma declaração formal condenando a política altamente controversa destinada a dissuadir as pessoas de atravessarem a fronteira.

"Forçar a separação das crianças de seus pais e mães é ineficaz para os objetivos de segurança e de dissuasão. Também é contrária aos nossos valores católicos. Unidade familiar é uma pedra angular do nosso sistema de imigração americano e um elemento fundamental da doutrina católica", disse o bispo Joe Vásquez de Austin, presidente do Comitê da Conferência dos Bispos sobre a Migração.

"As crianças não são instrumentos de dissuasão, mas uma bênção de Deus" continuou ele.

No início desta semana, outro bispo da fronteira, Daniel Flores da diocese de Brownsville também divulgou um comunicado descrevendo a política como "simplesmente cruel.”

"Esta nação, por causa de sua alma, deve aprender a chorar por essas crianças e todas as crianças que estão sendo instrumentalizadas em nosso meio", disse ele.

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