6 de setembro de 1839

Revista ihu on-line

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Do ethos ao business em tempos de “Future-se”

Edição: 539

Leia mais

Grande Sertão: Veredas. Travessias

Edição: 538

Leia mais

Mais Lidos

  • Comunhão na Igreja dos EUA ''já está fraturada''. Entrevista com Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Vozes que desafiam. A vida de Simone Weil marcada pelas opções radicais

    LER MAIS
  • A disrupção é a melhor opção para evitar um desastre climático, afirma ex-presidente irlandesa

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

06 Setembro 2019

Manuel Congo. Brasil, †1839.

Líder del Quilombo de Vassouras (Río de Janeiro, Brasil).

Considerado líder da maior rebelião de escravos que ocorreu na região do vale do Paraíba do Sul, localizado em Paty do Alferes, Rio de Janeiro.

Após a revolta dos Malês, na Bahia em 1835, os donos de escravos de todo o País temiam a possibilidade de uma rebelião. O tratamento aos escravizados tornou-se ainda mais cruel, consequentemente, o clima de revolta, tomou conta da região cafeeira e canavieira da Baixada Fluminense e do Vale do Paraíba. A gota d'água aconteceu em novembro de 1938, quando escravo Camilo Sapateiro, foi assassinado pelo capataz de uma das três fazendas do capitão Manuel Francisco Xavier e ficou impune.

Liderados pelo ferreiro Manuel Congo, cerca de 300 escravos, homens e mulheres fugiram das fazendas de Xavier. Entre eles estava a Marianna Crioula. Manuel era chamado de "rei" pelos revoltosos e Marianna, "rainha". Todos se embrenharam na floresta, onde estavam formando o quilombo de Santa Catarina. Sob o comando do oficial Luiz Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias, a Guarda Nacional perseguiu os revoltosos. Foram presos 16 negros (homens e mulheres). Manuel foi condenado à morte. Marianna foi absolvida, mas obrigada a assistir à execução do companheiro. Enforcado em 6 de setembro de 1839, Manuel Congo não foi sepultado, para servir de exemplo aos demais. No local do enforcamento, junto à pedreira de Vassouras, hoje existe um memorial em sua homenagem. Ao lado de Zumbi, Luiza Mahin e outros.
"UM POVO QUE NÃO CONHECE A SUA HISTÓRIA ESTA CONDENADO A REPETI-LA
(Eduardo bueno - historiador)

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

6 de setembro de 1839 - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV