A Igreja da Austrália pagou 200 milhões de euros a vítimas de abusos

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17 Fevereiro 2017

No ano passado, a comissão apresentou 99 recomendações às autoridades sobre como atender as vítimas, além de um plano de compensações de 4 bilhões de dólares australianos.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 16-02-2017. A tradução é de André Langer.

A Igreja católica australiana pagou mais de 276 milhões de dólares locais (213 milhões de dólares estadunidenses ou 200 milhões de euros) às vítimas de pederastia em resposta às denúncias feitas entre 1980 e 2015, segundo informaram fontes judiciais.

Estes detalhes foram revelados por Gail Furness, a advogada conselheira da comissão governamental que estuda a resposta institucional aos abusos sexuais de menores em organizações públicas, sociais e religiosas, em uma audiência em Sidney que este mês se concentra nos casos da Igreja católica.

Cerca de 4.500 pessoas apresentaram queixas por supostos incidentes de abusos sexuais de menores entre os anos de 1980 e 2015, embora alguns dos crimes remontem ao início da década de 1920, de acordo com a cadeia local ABC. Furness explicou que os pagamentos abrangem indenizações, tratamentos e custos legais, entre outros.

A média dos pagamentos foi de 91 mil dólares locais (cerca de 66 mil euros) por caso e os Irmãos Cristãos arcaram com a maior quantidade de desembolsos. “Esta ordem fez 763 pagamentos, que totalizam 48,5 milhões de dólares (cerca de 35 milhões de euros)”, precisou Furness.

A comissão foi criada em 2012 para investigar a resposta das autoridades aos casos de abusos sexuais de menores cometidos em instituições públicas, sociais, esportivas e religiosas.

No ano passado, a comissão apresentou 99 recomendações às autoridades sobre como atender as vítimas, além de um plano de compensações de 4 bilhões de dólares australianos (cerca de 2,8 milhões de euros) financiado pelos centros nos quais foram cometidos os abusos.

No dia 04 de novembro passado, o governo da Austrália anunciou que irá indenizar cada vítima de abusos sexuais cometidos em instituições públicas e religiosas do país com até 150 mil dólares locais (cerca de 107 mil euros).

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