O Vaticano desmente que o Papa tenha apoiado Kim Davis, imputada por se negar a fazer o registro de casamentos gays

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Por: André | 05 Outubro 2015

A Santa Sé desmentiu nesta sexta-feira “um apoio de Francisco à posição” de Kim Davis, a funcionária norte-americana que esteve presa por se negar a cumprir a sentença que legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a quem o pontífice viu durante a sua viagem aos Estados Unidos.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 02-10-2015. A tradução é de André Langer.

“O Papa não tomou conhecimento dos detalhes da situação da senhora Davis e seu encontro com ela não deve ser considerado como um apoio à sua posição”, afirmou a Santa Sé em um comunicado.

A carta entregue aos jornalistas credenciados esclarece que Francisco encontrou-se com ela “na Nunciatura de Washington” e tratou-se de “uma saudação muito breve e de cortesia à qual o Papa se prestou com sua característica gentileza e disponibilidade”.

“A única audiência concedida na Nunciatura foi dada a um ex-aluno seu com sua família”, acrescentou a nota divulgada “com a finalidade de contribuir para uma compreensão objetiva dos fatos”.

A notícia do encontro entre ambos foi divulgada esta semana pela própria Davis, que afirmou em uma entrevista para a cadeia ABC dos Estados Unidos que se reuniu com o líder da Igreja católica durante 15 minutos na sede diplomática do Vaticano em Washington e que este a instou a “manter-se firme”.

Kim Davis, funcionária pública do Estado de Kentucky, esteve presa (ainda que por um período muito breve) no início de setembro após se negar a emitir a papelada requerida para o casamento de casais homossexuais depois que a Suprema Corte desse país legalizara o casamento igualitário em 26 de junho passado.

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