18 de agosto de 1952 - Morte do Pe. Alberto Hurtado SJ

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21 Agosto 2014

No dia 18 de agosto, lembramos a morte de um dos jesuítas mais notáveis ​​do século XX, o padre Alberto Hurtado. Foi beatificado por João Paulo II e canonizado pelo Papa Bento XVI.

A nota foi publicada por Jesuit Restoration 1814, 18-08-2014. A tradução é de Claudia Sbardelotto.

Nascido no Chile, na virada do século XX, em 1901, Hurtado estudou direito e trabalhou em um jornal católico conservador, até entrar para os jesuítas em 1923. Depois de uma longa formação e trabalho como professor, aos 40 anos, ele tornou-se capelão universitário no Chile. Esse apostolado teve um grande impacto em sua vida, sob sua orientação, as capelanias cresceram rapidamente - de 1500 alunos em 50 centros em 1941 para 12 mil alunos em 500 centros em 1944. Esse trabalho levou-o naturalmente a fundar uma organização, conhecida como "Servicio de Cristo Rey" [Serviço de Cristo Rei], para a qual convidava um grupo menor de jovens comprometidos a fazer parte. Seus membros se comprometiam a dedicar um ano de suas vidas para viver os ideais da Ação Católica.

Em 1944, ele teve um encontro decisivo com um mendigo doente e faminto que lhe pediu ajuda. Ele escreveu: "Cada uma dessas pessoas é Cristo. O que temos feito por esses jovens que andam pelas ruas na chuva, dormem as noites de inverno nas portas das igrejas e acordam congelados?". Estimulado a agir, ele criou uma série de abrigos, chamados de "Hogar de Cristo" [Lar de Cristo], que acolhem crianças que precisam de comida e abrigo. Seu carisma atraiu muitos colaboradores e benfeitores; o movimento foi um enorme sucesso. Os abrigos multiplicaram-se em todo o país. Estima-se que, entre 1945 e 1951, mais de 850 mil crianças receberam alguma ajuda do movimento. O "Hogar de Cristo" que ele fundou ainda existe, e através de sua luta pela justiça social, tornou-se um dos maiores grupos de caridade no Chile.

Pe. Hurtado continua a ser muito popular no Chile, sua página de fãs no Facebook tem mais de 50 mil seguidores!

Em uma carta escrita para marcar sua canonização, Pe. Kolvenbach, então superior geral dos jesuítas disse:

"Aqueles que o conheciam, bem como aqueles que fizeram um estudo aprofundado de sua vida, não hesitaram em dizer que ele era verdadeiramente "apaixonado por Cristo". Isso constituiu, sem dúvida, o centro de sua vida como estudante, como jesuíta e como sacerdote. É desse amor de Cristo que nasce o modo característico de seu comportamento e o seu modo de lidar com as pessoas. O que predomina, portanto, é a sua capacidade de amar: um dom dado a ele por Deus, que ele soube desenvolver, assim, estabelecendo, à luz do Evangelho, uma intensa e crescente amizade pessoal com o Senhor. Sua familiaridade crescente com o Senhor que, na mente de Santo Inácio, Hurtado adquirira pela contemplação dos mistérios da vida de Jesus Cristo, está na raiz das suas características atitudes. Precisamente porque ele estava realmente apaixonado por Cristo, fixou seu olhar no Senhor Jesus e no Seu modo de vida, enquanto ele ainda estava na terra. Ele passou longas horas contemplando a maneira como Jesus agiu em várias situações em que se encontrava. Com os olhos do coração, Padre Hurtado admirava especialmente a maneira pela qual Jesus dava atenção às pessoas, como ele fazia seu o sofrimento dos que estavam com dor".

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18 de agosto de 1952 - Morte do Pe. Alberto Hurtado SJ - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

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