O Vaticano “canoniza” Romero, Angelelli e Posadas Ocampo

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Por: André | 03 Março 2014

São os três bispos mártires da América Latina. No México, em El Salvador e na Argentina, vítimas da ditadura e da defesa do Evangelho dos pobres e para os pobres. Reivindicados por esta primavera da Igreja, Óscar Romero, Enrique Angelelli e Juan Jesús Posadas Ocampo acabam de ser reconhecidos pela Pontifícia Comissão para a América Latina como “vítimas, por serem fiéis à opção preferencial pelos pobres”.

 
Fonte: http://bit.ly/1mMEHMO  

A reportagem é de Jesús Bastante e publicada no sítio Religión Digital. A tradução é de André Langer.

Foi o que disse o cardeal Leonardo Sandri durante a missa que celebrou na manhã desta sexta-feira no Vaticano. “Queria comemorar três pastores, desde já sem antecipar-me ao juízo da Igreja e sem dar às palavras ‘martírio’ e ‘mártir’ uma significação canônica e teológica e evitando qualquer interpretação política”.

O cardeal Juan Jesús Posadas Ocampo, arcebispo de Guadalajara, México, assassinado no dia 24 de maio de 1993. O arcebispo Óscar Arnulfo Romero, arcebispo de San Salvador, assassinado no dia 24 de março de 1980 (“a causa da canonização de mons. Romero foi introduzida e esperamos logo vê-lo como modelo para toda a Igreja”, acrescentou Sandri), e, especialmente, o bispo Enrique Angelelli, bispo de La Rioja, Argentina, morto no dia 04 de agosto de 1976, em um suspeito acidente de carro e em um contexto de coragem de bispo. “Dele recordo hoje não somente a paixão, mas o convencimento de que sua morte foi por ser defensor de Deus, da pessoa humana e do Evangelho”, apontou o cardeal argentino.

Citando o exemplo destes três pastores, vêm à memória as palavras de Bento XVI: “O mártir é uma pessoa sumamente livre, livre diante do poder, livre diante do mundo; uma pessoa livre, que em um ato definitivo doa a Deus toda a sua vida”, acrescentou o cardeal Sandri.

Finalmente, o responsável pela Comissão para a América Latina incidiu na fé “do Povo de Deus na América Latina, que Aparecida convoca para ser discípulo e missionário, e o do Oriente cristão, convocado, depois do Sínodo Especial para o Oriente Médio, à comunhão e ao testemunho”.

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