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23 Abril 2012

Em 21 de abril de 2002, o empresário Jean-Marie Le Pen, então com 73 anos, chocou a França ao desbancar do segundo turno o favorito das pesquisas, Lionel Jospin, premiê e candidato à presidência pelo Partido Socialista (PS). Uma década mais tarde, sua filha, Marine Le Pen, nova líder do partido de extrema direita Frente Nacional (FN) superou a marca de seu pai, mas ainda assim está fora da luta para governar o país em 2012.

A reportagem é de Andrei Netto e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 23-04-2012.

Há 10 anos, Jean-Marie havia levado a extrema direita ao segundo turno com 16,86% dos votos. Ontem, Marine colheu 18,27% das intenções. Segundo cientistas políticos, a herdeira política conseguiu ampliar o eleitorado do pai. "Marine Le Pen fez uma campanha dinâmica, em especial no final", disse o cientista político Frédéric Dabi, diretor adjunto do instituto Ifop.

Mas, pelo menos em 2012, ainda não conseguiu se transformar na segunda força política do país, seu objetivo mais imediato.

De qualquer forma, sua votação mostra que a extremista terá vida longa na política da França. Para Émmanuel Rivière, cientista político e diretor do Departamento de Estratégias de Opinião do instituto TNS-Sofres, o terceiro lugar de 2012 é um início da carreira bem mais promissor para Marine do que foi o de Jean-Marie nos anos 70. "Ela recupera os votos de seu pai, com a força de uma herdeira que tem uma imagem melhor", diz.

Marine agregou o eleitorado jovem, renovou a imagem do partido e lançou novas lideranças, como o presidente da Juventude do FN, Julien Rochedy. "Meu voto é um voto de adesão no programa econômico de Marine, o único capaz de relançar a economia e o emprego", disse Guillaume D., universitário de 23 anos que ontem votou em Marine.

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