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09 Maio 2011

O cardeal d. Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP), venceu ontem a eleição para a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no segundo escrutínio. Favorito, d. Damasceno recebeu 196 votos de um total de 277. Para ser eleito, precisava de 181.

A reportagem é de José Maria Mayrink e publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, 10-05-2011.

O nome de d. Damasceno se firmou a partir do momento em que o atual presidente, d. Geraldo Lyrio da Rocha, arcebispo de Mariana (MG), comunicou aos participantes da 49.ª Assembleia-Geral da CNBB que não aceitaria ser reeleito para um segundo mandato, de quatro anos.

Outros nomes cotados para o cargo eram os do cardeal d. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, que teve 75 votos no segundo escrutínio, e de d. Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, que recebeu 4. D. Nelson Westrupp, bispo de Santo André, conseguiu 1 voto.

"A menção a meu nome saiu mais na imprensa que aqui dentro", comentou d. Orani, descartando sua candidatura, antes da votação. Atual responsável pelo setor de Comunicação da CNBB, deverá ser nomeado cardeal em breve.

Ex-secretário-geral da entidade, quando era bispo auxiliar de Brasília, d. Damasceno tem 74 anos e é popular no episcopado por sua capacidade de diálogo e facilidade de acesso ao governo. Mineiro de Capela Nova, preside o Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) e deve entregar o cargo na próxima semana.

O fato de estar a menos de um ano da idade de apresentação de sua renúncia - 75 anos, segundo o Código de Direito Canônico -, não pesa como argumento contrário à sua eleição para presidente da CNBB. O papa poderá adiar a aceitação da renúncia, o que costuma ocorrer no caso de cardeais.

Depois da eleição do presidente deverão ser eleitos o vice-presidente e o secretário-geral, em escrutínios separados. O processo deverá ser concluído até amanhã, oitavo dia da assembleia, que terminará na sexta-feira.

Código Florestal

Ontem, em entrevista coletiva, o bispo de Jales (SP), d. Demétrio Valentini, recomendou aos parlamentares, em nome da CNBB, que votem com bom senso o texto do Código Florestal. "É necessário levar em conta o conhecimento científico e as advertências da ecologia sobre a preservação do ambiente." Para d. Demétrio, "o Código Florestal não pode se abrigar debaixo de uma bandeira única, seja ela a dos ecologistas, do agronegócio ou dos agricultores familiares".

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