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09 Junho 2017

"Pois Deus amou de tal forma o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele acredita não morra, mas tenha a vida eterna. De fato, Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, e sim para que o mundo seja salvo por meio dele. Quem acredita nele, não está condenado; quem não acredita, já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho único de Deus".

Leitura do Evangelho de João 3, 16-18. (Correspondente à Festa da Santíssima Trindade, ciclo A do Ano litúrgico).

O comentário é de Ana Maria Casarotti, Missionária de Cristo Ressuscitado.

Deus misericordioso, rico em bondade e fiel

Neste domingo o Espírito Santo convida-nos a penetrar no Mistério da Santíssima Trindade.

A passagem do Evangelho de João que é lida hoje se inicia com a constatação do grande e imenso Amor de Deus ao mundo: "Pois Deus amou de tal forma o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele acredita não morra, mas tenha a vida eterna”.

Deus amou o mundo e continua a amá-lo de uma forma que é surpreendente, ainda que possamos estar acostumados/as ao discurso. É um amor que não pode ser entendido logicamente porque é maior do que aquilo que nos é possível pensar ou sentir.

A primeira leitura, do Livro do Êxodo (Ex 34,4b-6.8-9), ajuda-nos a penetrar no amor de Deus, na sua pessoa. O texto disse: “Enquanto o Senhor passava diante dele, Moisés gritou: ‘Senhor, Senhor! Deus misericordioso e clemente, paciente, rico em bondade e fiel'."

Oferece-se assim uma das definições de Deus mais ricas de toda a Bíblia. Moisés chama-o de misericordioso, clemente, paciente, rico em bondade e fiel! Cada uma destas palavras é uma descrição de Deus e seu proceder com todo ser humano.

Para os primeiros cristãos, não foi fácil a descrição deste Amor de Deus, a experiência de Deus que é amor. Por isso chamavam-no Ágape. É um amor diferente que não pode ser compreendido por nós, mas sim vivido.

É a experiência de Deus que nos conduz a Ele, a vivência da sua presença cheia de ternura. É assim como se revela, se comunica e se dá a conhecer a toda pessoa humana, porque Ele não faz distinção de pessoas; seu amor é “para que todo o que nele acredita não morra, mas tenha a vida eterna” (Jo 16).

A Trindade nos ensina que só vivemos se convivemos. Nossa vida, nossas relações e comunidades são chamadas a ser um espelho que reflete em todo momento o mistério da Trindade.

Como descobrimos sua Presença na história de salvação?

É uma relação de amor entre as Pessoas que se manifesta no grande amor ao ser humano na entrega de seu Filho. Adorar e louvar a Deus Trindade é um compromisso para viver centrado no bem, no reconhecimento do outro, especialmente dos menores, daqueles que estão ameaçados de desaparecer da roda e que mais precisam da centralidade e atenção: as criaturas doentes, os pobres, os pequenos, os oprimidos, os que sofrem. Há muito sofrimento no mundo, ao nosso redor.

Neste dia podemos perguntar-nos qual é nossa atitude com os doentes, com os que sofrem injustiças por causa de sua origem, das suas enfermidades contagiosas, que os levam a ficar à “margem do caminho”, “fora da cidade”.

Quantas pessoas são discriminadas e rejeitadas até a morte em razão da sua religião ou da sua cultura.

Hoje há milhares de pessoas que morrem na travessia do Mar Mediterrâneo ou no deserto do Saara, à procura de vida, fugindo de uma morte quase certa pela destruição de suas terras!

O amor de Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo transborda em salvação para o universo inteiro. A Trindade se debruça sobre o universo para que ele tenha vida e vida em abundância.

Neste dia e ao longo desta semana somos chamados a questionarmos sobre nosso amor incondicional ao próximo. Qual é nossa atitude com os doentes, os que padecem as injustiças da sociedade estabelecida em favor do bem-estar de alguns?

Oração 

Bendiga a Javé, ó minha alma, e todo o meu ser ao seu nome santo!
Bendiga a Javé, ó minha alma, e não esqueça nenhum dos seus benefícios.
Ele perdoa suas culpas todas, e cura todos os seus males.
Ele redime da cova a sua vida, e a coroa de amor e compaixão.
Ele sacia seus anos de bens e sua juventude se renova, como a da águia.
Revelou seus caminhos a Moisés, e suas façanhas aos filhos de Israel.
Javé é compaixão e piedade, lento para a cólera e cheio de amor.
Ele não vai disputar perpetuamente, e seu rancor não dura para sempre.
Nunca nos trata conforme os nossos erros, nem nos devolve segundo as nossas culpas.
Como o céu se ergue por sobre a terra, seu amor se levanta por aqueles que o temem.
Como o oriente está longe do ocidente, assim ele afasta de nós as nossas transgressões.
Como um pai é compassivo com seus filhos, Javé é compassivo com aqueles que o temem:
Porque ele conhece a nossa estrutura, ele se lembra do pó que somos nós.
Os dias do homem são como a relva, ele floresce como a flor do campo.
Mas o amor de Javé existe desde sempre. (Sal 103, 1-17a)


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