Nova fase das relações católico-luteranas. Não vamos parar agora

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14 Novembro 2018

“Não vamos parar agora!” Foi a mensagem que o Secretário Geral da Federação Luterana Mundial (FLM), Martin Junge, endereçou ao simpósio acadêmico “Estilos de diálogo. Um simpósio público que marca o 500º aniversário da disputa de Lutero com Caetano em Augusta". O encontro, foi realizado recentemente em Augsburg, na Alemanha, organizado pela faculdade teológica católica da Universidade da cidade alemã.

A reportagem é publicada por L'Osservatore Romano, 12 a 13-11-2018. A tradução é de Luisa Rabolini

Nos últimos anos, muitas conquistas foram alcançadas no diálogo ecumênico, disse Junge em seu discurso. Nas relações católico-luteranas, a percepção mútua não é definida por conflitos do passado, e sim "pelo apelo à unidade prometida e já dada que está diante de nós. Um ponto de virada foi alcançado, as coisas estão se movendo. Portanto, há razões para esperar e acreditamos que esta esperança sustente e molde nosso futuro diálogo. Não vamos parar agora!"

O diálogo multilateral – relata o site Riforma.it - que será realizado no próximo ano entre os cinco signatários da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação gera grandes esperanças em Junge, uma vez que tem um enorme potencial. "A questão chave para nosso encontro no próximo ano é: que implicações eclesiais poderiam advir de cinco comunhões cristãs mundiais que concordam sobre a questão de que a salvação nos é dada como um dom de Deus?"

A esperança de Junge é que nos futuros diálogos "possamos ser ainda mais encorajados do que antes a procurar formas que permitam às pessoas receber a presença salvífica de Cristo no pão e no vinho". Junge também pediu uma abordagem ao diálogo ecumênico, que seja enraizada e motivada pela missão pastoral da Igreja. "A unidade não é um fim em si mesma, porque a Igreja não é um fim em si mesma. A Igreja e, portanto, também a sua unidade, têm seu quadro geral de referência no amor de Deus que cura e dá vida ao mundo, como revelado em Jesus Cristo”.

Essa abordagem ao diálogo tem sido chamada de ecumenismo pastoral, e Junge disse estar grato que a expressão tenha sido utilizada na declaração conjunta assinada na catedral de Lund pelo Papa Francisco e pelo bispo Munib Younan, então presidente da Federação Luterana Mundial. "A FLM está pronta não só para viver um entusiasmante novo capítulo nas relações ecumênicas, mas também para desempenhar um papel ativo. Enquanto procuramos uma unidade já dada - concluiu Junge – que a mensagem de salvação de Cristo resplendeça novamente em uma época que desesperadamente precisa dela. Em última análise, o ponto é: dar a Deus apenas a glória pela vida em abundância que nos alcança em Cristo".

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