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21 Setembro 2017

A história das mulheres católicas desaparece tão rápidamente quanto sua criação porque poucas pessoas escrevem sobre ela. Donna Quinn, no livro Chicago Catholic Women: Its Role in Founding the Catholic Women's Movement (Mulheres Católicas de Chicago: seu papel na fundação do movimento feminino católico, sem edição no Brasil), e Marian Ronan e Mary O'Brien, no livro Women of Vision: Sixteen Founders of the International Grail Movement (Mulheres de Visão: dezesseis fundadoras do Movimento Internacional do Graal, sem edição no Brasil) revertem essa maré em obras que fornecem dados ricos para análises futuras por estudiosos. Elas dão detalhes de pessoas, lugares, eventos e tendências que moldam uma Igreja ligeiramente mais inclusiva, ainda que bastante exclusiva.

O comentário é de Mary E. Hunt, uma teóloga feminista, co-fundadora e co-diretora da Aliança Feminina para Teologia, Ética e Ritual (Women's Alliance for Theology, Ethics and Ritual - WATER) em Silver Spring, Maryland, publicado por National Catholic Reporter, 20-09-2017. A tradução é de Luisa Flores Somavilla.

As mulheres católicas de Chicago passaram 25 anos, de 1974 a 1999, sendo uma fonte vívida de ação e inspiração em questões antirracismo e de igualdade das mulheres. O grupo trouxe exasperação e desafios aos clérigos que se acovardaram diante de mulheres fortes. No início, os bispos ainda se encontravam e falavam com as feministas católicas, uma prática que saiu de moda há muito tempo, à medida que os homens foram ficando cada vez mais aterrorizados e envergonhados frente às reações à sua ultrajante opressão contra as mulheres.

Chicago Catholic Women: Its Role in Founding the
Catholic Women's Movement
Por Donna Quinn
264 páginas;
Lake Claremont Press | US$22,00

Eu já tinha esquecido, até o livro de Quinn me lembrar, que o Papa João Paulo II havia dito às donas de casa da Igreja para agradecerem por sua vocação de cozinhar e limpar para os sacerdotes, para que os homens pudessem fazer o trabalho importante. Esqueci que o cardeal John Cody, de Chicago, proibiu a Irmã Maryknoll Melinda Roper de pregar em sua paróquia depois do assassinato de suas irmãs e colegas, em El Salvador, no início da década de 80. Não é de se admirar que as mulheres católicas de Chicago, e muitos outros grupos como esse em todo o país, como a Conferência de Ordenação de Mulheres e o Católicas pelo Direito de Decidir, tenham surgido em oposição. Graças aos registros de Quinn - extraídos de seus arquivos meticulosos nos Arquivos de Mulheres e Liderança, do Centro Gannon de Mulheres e Liderança, na Universidade Loyola, em Chicago -, o trabalho feminino não será perdido.

Pelo contrário, sabemos quem atuou em cada conselho e comitê do grupo Mulheres Católicas de Chicago. Sabemos que mulheres deixaram lugares nos palcos com o nome de convidados masculinos, geralmente religiosos, que não apareciam quando convidados. Podemos saber sobre a "greve de fome espiritual" proposta por Elisabeth Schüssler Fiorenza, para que as pessoas recebessem a comunhão três vezes por ano, no máximo. Lembramos o Boicote do Dia das Mães das igrejas de Chicago em 1988. Temos acesso à lista de mulheres que substituiriam o cardeal Joseph Bernardin após sua morte, em 1996. O texto completo da famosa recepção a Irmã de Misericórdia Theresa Kane aos EUA, pelo Papa João Paulo II, é disponibilizado para leitura.

Esses movimentos criativos, corajosos e sempre audazes foram precursores das estratégias contemporâneas para a mudança da Igreja. Por exemplo, a cesta de coleta do seminário local geralmente continha "dinheiro falso", com cédulas falsas com a foto da Irmã Teresa de Lisieux, que supostamente teria tido a ideia de sua própria ordenação. Porém, a bolsa Lucile Murray Durkin para mulheres que discernem a ordenação sacerdotal é dinheiro de verdade, repassado pela primeira vez este ano a três mulheres no seminário.

Nos últimos anos, autoridades religiosas desencorajaram (talvez proibiram?) Quinn de atuar como apoiadora de uma clínica de abortos, ou "pacificadora", como seria o caso. Ela tornou-se coordenadora do capítulo de Illinois da Coalizão Religiosa para a Escolha Reprodutiva, dificilmente uma concessão. O progresso é lento para as mulheres católicas, mas o que conta é não apenas desafiar a norma masculina, mas chegar com um toque feminista - humor, inclusividade, abrindo novos caminhos.

Posso discordar um pouco de Quinn em alguns detalhes – o grupo Women-Church (grupo de Convergência entre Igreja e Mulheres) começou como Women Church e depois mudou o nome para o plural para refletir a diversidade, o velório da ativista Ir. Marge Tuite foi na Igreja de St. Vincent Ferrer, em Nova York, e não em St. Dominic, como informou -, mas, em grande parte, ela acertou.

O Women-church convergence continua sendo uma força pela mudança social e eclesial. E, sim, o pastor dominicano teve a coragem de falar à congregação ecumênica no funeral de Tuite que somente os católicos "que se prepararam" (lembro como se fosse hoje) poderiam receber a Eucaristia. A história também deveria registrar que ele desceu do púlpito e não permaneceu na missa, e muitas pessoas bem além de sua mesquinhez inóspita receberam a Eucaristia "em memória dela".

Os perfis que Ronan e O'Brien traçam das mulheres do Graal também são duradouros e úteis, como um tesouro de informações que podem ser objetos de futuras teses de doutorado. Elas propõem um olhar sintético sobre a história e a trajetória do movimento do Graal. Em 1921, um jesuíta holandês, Jacques van Ginneken, fundou as Mulheres de Nazaré, agora conhecidas como Graal. Era um grupo de leigas que se dedicavam à conversão do mundo, especialmente atento às mulheres e crianças.

Women of Vision: Sixteen Founders of the
International Grail Movement
Por Marian Ronan e Mary O'Brien
424 páginas;
The Apocryphile Press | US$22,95

Deixando de lado as complexas categorias canônicas, o Graal não é uma congregação religiosa ou um instituto religioso. É uma "união piedosa" que é uma organização leiga (não clerical) e secular (não religiosa), com vínculos mínimos com Roma, liderança explícita das mulheres e nenhum capelão clerical ou diretor espiritual para comandar o comportamento das mulheres. As próprias mulheres do Graal tomam as decisões. Embora católico em sua origem, o Graal Internacional admitiu um grupo sueco luterano. Mulheres protestantes, judaicas, budistas e de outras religiões agora fazem parte do movimento.

Cada uma das 16 mulheres cujo perfil foi apresentado, da força holandesa Lydwine van Kersbergen à líder da Tanzânia, Honorata Lubero Francis Mvungi, que trabalhou com mulheres Masai lidando com a mutilação genital feminina, poderia ser objeto de uma biografia completa. Os leitores descobrem como cada uma "conheceu" o Graal. Para muitas das entrevistadas, o Graal foi um amor à primeira vista que nunca diminuiu durante décadas de compromisso com o grupo.

Este livro, iniciado em 2003 por O'Brien e finalmente concluído por Ronan e colegas em 2017, seria inicialmente uma biografia de van Kersbergen, uma figura central na expansão do Graal no mundo todo. Mas, como é típico do Graal, ela insistiu que o destaque não fosse dado a ela pessoalmente, mas às muitas mulheres que fazem parte do movimento que agora conta com 850 membros em várias dezenas de países.

Ainda assim, van Kersbergen, que conheceu o Graal na Holanda e depois ajudou a implantá-lo na Austrália e nos Estados Unidos, é considerada uma das forças do movimento. Ela viajou por toda a África e pelo México, onde encorajou as mulheres a formarem grupos locais do Graal e a viver a visão de comunidade internacional. Era uma mulher consciente do próprio poder, às vezes assustadora para os outros, mas sempre promovendo a ideia de "mulheres pelas mulheres".

Rachel Donders, outra holandesa, foi a primeira presidente internacional (1949-61) do Graal. Sua visão cosmológica é muito anterior ao interesse atual a essa abordagem. Ela começou uma casa de oração em Israel, em 1974, e morou por um tempo em Portugal.

A primeira mulher a ser primeira ministra do país, Maria de Lourdes Pintasilgo, engenheira química por formação, tornou-se membro do Graal após sua experiência com a Ação Católica quando era estudante universitária. Levou importantes ideias e experiências políticas para o movimento do Graal.

Muitas dessas pioneiras se atraíam pela vida intelectual do Graal, pela inovação litúrgica, pelo apostolado leigo e pela ação social sem as limitações da vida de votos religiosos. Na verdade, o Graal tem o chamado "Núcleo", um tipo de participação que inclui votos semelhantes aos das comunidades religiosas. No entanto, principalmente nos Estados Unidos, a adesão ao Graal tornou-se muito mais uniforme, sem um grande número de pessoas juntando-se ao Núcleo na memória recente.

Marie Elizabeth (Mimi) Maréchal, membro belga, seguiu seu caminho junto ao Graal até o Japão, onde estudou e abraçou o Zen Budismo. O profundo respeito pela cultura japonesa levou as mulheres do Graal a perceber que não poderiam cultivar o Graal no Japão sem se envolverem no imperialismo cultural. Não desejando agir dessa forma, Mimi voltou para a Holanda, onde havia feito uma formação no centro do Graal, o Tiltenberg. Com Carol White, membro do Graal dos EUA, Mimi liderou esse centro por anos, acrescentando uma dimensão Zen ao Graal Europeu. A mistura do catolicismo e do budismo foi bastante feliz.

As mulheres do Graal Africano, como a pioneira do Graal de Uganda, Elizabeth Estencia Namaganda, formam alguns dos grupos mais vibrantes da atualidade. Membros do Graal da Tanzânia e da África do Sul estão envolvidas em muitos projetos sociais e religiosos, que levam a liderança feminina e busca espiritual a países onde o catolicismo patriarcal impede a liderança religiosa significativa das mulheres.

Essas histórias formam a gestalt de mulheres comprometidas, criativas e conectadas em comunidade que é o Graal internacional contemporâneo. É claro que quero mais - a história de Janet Kalven, uma educadora do Graal dos EUA que reuniu especialistas feministas sobre religião; a notável história da sul-africana Anne Hope e de Sally Timmel, membro do Graal dos EUA, que escreveu a série de livros conhecida mundialmente Training for Transformation, amplamente utilizada na capacitação de pessoas pobres para agirem por si próprias. Mas talvez essas histórias venham em um próximo volume, já que houve esse bom começo.

Ambos os livros encorajam leitores, especialmente as mulheres, a escrever nossas próprias histórias, a traçar o perfil das nossas próprias pioneiras, para que nossa história não se perca. De fato, desde que as Mulheres Católicas de Chicago e do Graal dos EUA passaram a fazer parte da Women-Church Convergence, há uma história a ser escrita sobre essa coalizão.

Há problemas internos quando contamos nossas próprias histórias - as memórias são falíveis, o tendenciamento é óbvio, falta a distância crítica -, mas não contá-las faz que morram conosco, o que é o maior perigo.

Graças a essas autoras, sei sobre o que eu e minhas colegas precisamos escrever nos próximos anos. Então, quando for feita a análise crítica, pelo menos as mulheres terão vez para mexer nos dados e dizer como era.

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