Consistório 2018: Papa diz que cardinalato é "serviço", não "promoção principesca"

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28 Junho 2017

O Papa Francisco escreveu aos futuros cardeais, na perspectiva do consistório do próximo dia 28, e defendeu que o cardinalato é um “serviço”, rejeitando que seja visto como uma “promoção”.

“O cardinalato é um serviço”, não “uma dignidade que torna mais importante dos que os outros, nem uma honorificência ou uma promoção principesca”, lê-se na missiva, divulgada pela Rádio Vaticano.

“Trata-se de algo de completamente diferente e maior: é um chamamento a seguir o Senhor mais de perto”, e a fazê-lo de modo incondicional, acrescenta.

A informação é publicada por Ecclesia, 25-06-2017.

Francisco começa por enviar um abraço aos cinco responsáveis que escolheu como novos membros do Colégio Cardinalício, aos quais deseja que “o seu testemunho como discípulo do Senhor possa ser ainda mais evidente no serviço que hoje a Igreja lhe pede”.

O Papa agradece desde já a ajuda que cada cardeal “dará à Igreja de Roma”, assegurando-lhes as suas “orações” e a sua “proximidade fraterna”.

O quarto consistório do atual pontificado foi anunciado a 21 de maio e vai decorrer a 28 de junho, véspera da festa de São Pedro e São Paulo.

Os novos cardeais são D. Jean Zerbo, arcebispo de Bamaco, Mali; D. Juan José Omella, arcebispo de Barcelona, Espanha; D. Anders Arborelius, bispo de Estocolmo, Suécia; D. Louis-Marie Ling Mangkhanekhoun, vigário apostólico de Paksé, Laos; e D. Gregório Rosa Chávez, bispo auxiliar da Diocese de San Salvador, El Salvador, amigo e colaborador de D. Óscar Romero.

O Papa explicou que a proveniência de “várias partes do mundo” dos futuros cardeais é um sinal da universalidade da Igreja.

O último consistório tinha sido celebrado em novembro de 2016, reforçando o papel das “periferias” no Colégio Cardinalício.

Desde 2013, quando os cardeais eleitores da Europa representavam 56% do total, Francisco tem vindo a alargar as fronteiras das suas escolhas, com uma mudança mais visível no peso específico da África, Ásia e Oceânia.

Quando foi eleito, o atual Papa tinha como colaboradores apenas 22 cardeais eleitores destes três continentes; no final deste mês, vai haver 15 cardeais eleitores da Ásia, 15 de África, 17 da América Latina, 17 da América do Norte, 4 da Oceania e 51 da Europa (42% do total).

O Colégio Cardinalício passa a contar com 53 cardeais criados no pontificado de Bento XVI, 49 no do Papa Francisco e 19 no de São João Paulo II.

Portugal está representado no Colégio Cardinalício por três cardeais: D. Manuel Clemente, patriarca de Lisboa, e D. Manuel Monteiro de Castro, penitenciário-mor emérito, ambos eleitores; e D. José Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos.

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