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02 Novembro 2016

Nós e os Brabos” é o nome do curta-metragem produzido pelo índio acreano Nilson Sabóia. O documentário foi exibido na segunda Bienal de Cinema Indígena, realizada em São Paulo, no início do mês. Nilson, que é da etnia Huni Kuin, já trabalha com produções de audiovisual há mais de 10 anos.

A reportagem foi publicada por Agência de Notícias do Acre, 01-11-2016.

Tudo começou, quando ele percebeu a necessidade de se fazer registros do trabalho executado pelos agentes agroflorestais e de ampliar o debate sobre a relação dos índios isolados, os chamados “brabos”, com os demais povos indígenas do Acre.

“Comecei a trabalhar com audiovisual em 2003, mas foi em 2009 que surgiu a ideia de fazer esse material abordando a relação dos isolados com o nosso povo. Foi então que, em parceria com a Fundação Nacional do Índio, realizamos oficinas de sensibilização e informação na Terra Indígena Kaxinawa do Rio Humanitá, e eu registrei tudo”, contou o documentarista.

Ao passo que filmava as oficinas, Nilson também estudava sobre o assunto para produzir o curta-metragem.

No processo de produção, ele também gravou em outras terras indígenas e teve a oportunidade de acompanhar um sobrevoo nas áreas de proteção dos índios isolados, realizado pelo governo do Estado em parceria com a BBC de Londres.

Segundo Nilson, o documentário é uma mensagem para o mundo. “Por incrível que pareça, os isolados são os únicos povos que ainda vivem livres nesse planeta. O meu povo já viveu em isolamento, mas hoje vivemos na era da informação, empoderamento e da autonomia”, frisou.

Nós e os Brabos” retrata os problemas enfrentados pelos povos de fronteira, como narcotráfico, retirada de ilegal de madeira e conflitos territoriais.

“Esse documentário mostra o pensamento dos índios sobre isso e o que os vizinhos do entorno acham, além da nossa política de vigilância e proteção desses povos”, explicou o documentarista.

Com mais de 10 produções, Nilson Sobóia está em processo de finalização de um longa-metragem, versão mais ampliada de “Nós e os Brabos”.

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