Ratzinger festejará com Francisco o 65º aniversário de seu sacerdócio

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Por: André | 16 Junho 2016

No dia 28 de junho, na Sala Clementina do Palácio Apostólico, acontecerá a cerimônia para recordar sua ordenação sacerdotal, de 29 de junho de 1951, na catedral de Freising.

 
Ordenação sacerdotal de Joseph Ratzinger. Fonte: http://bit.ly/1ZR54UG  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A reportagem é publicada por Vatican Insider, 14-06-2016. A tradução é de André Langer.

O Papa emérito Bento XVI festejará o 65º aniversário de seu sacerdócio com uma cerimônia solene no dia 28 de junho na Sala Clementina do Palácio Apostólico, da qual participará o Papa Francisco. A notícia foi dada pela Fundação Vaticana Joseph Ratzinger.

No dia 29 de junho de 1951, uma citação de Paulo (“Não pretendemos ser patrões da sua fé; pelo contrário, somos os colaboradores de sua alegria”) acompanhava a ordenação sacerdotal de Joseph Ratzinger, que aconteceu na catedral de Freising e presidida pelo cardeal arcebispo de Munique, Michael von Faulhaber.

“Éramos mais de 40 candidatos. Quando nos chamaram, respondemos ‘Adsum’ (‘Aqui estou’) – escreveu o próprio Ratzinger em sua Autobiografia. Era um dia esplêndido de verão, que permanece sendo, de maneira inesquecível, o momento mais importante da minha vida”. “Não devemos ser supersticiosos, mas no momento em que o arcebispo impôs as mãos sobre mim, um passarinho (talvez uma calhandra) levantou voo do altar maior da catedral e entoou um pequeno canto, alegre; para mim foi como se uma voz do alto me dissesse: ‘Vais bem assim, estás no caminho certo’”, recordou Ratzinger.

Ao seu lado também foi ordenado o seu irmão maior Georg. “No dia da primeira missa, a nossa Igreja paroquial de Santo Osvaldo estava iluminada em todo o seu esplendor, e a alegria que a enchia quase de maneira palpável envolveu a todos na ação sagrada, na forma vivíssima de uma participação ‘ativa’, que não necessitava de uma particular operosidade exterior – prosseguiu Ratzinger. Fomos convidados para levar a todas as casas as bênçãos da primeira missa e fomos acolhidos em todos os lugares, inclusive por pessoas completamente desconhecidas, com uma cordialidade que até aquele momento nunca havia imaginado”.

“Experimentei desta maneira e diretamente – continuou – quais seriam as grandes esperanças que os homens depositavam no sacerdote, o quanto ansiavam por sua bênção, que deriva da força do sacramento. Não se tratava de minha pessoa ou do meu irmão; o que poderiam significar por si mesmos dois jovens como nós para tanta gente que encontrávamos? Viam em nós pessoas às quais Cristo havia encomendado uma tarefa, para levar sua presença aos homens”.

O sacerdócio não é “simplesmente ‘ofício’, mas sacramento: Deus se serve de um pobre homem com a finalidade de estar, através dele, presente entre todos os homens e agir em seu favor”, afirmou Bento XVI no dia 11 de junho de 2010, durante a homilia com a qual encerrou o Ano Sacerdotal por ele proclamado por ocasião do 150º aniversário da morte de João Maria Vianney, santo padroeiro de todos os párocos do mundo.

O volume número XII da Opera Omnia de Joseph Ratzinger é dedicado ao tema do sacerdócio. Intitula-se ‘Anunciadores da Palavra e Servos de sua Alegria’ e reúne mais de 80 textos sobre o ministério eclesiástico. O volume (cujo subtítulo é ‘Teologia e Espiritualidade do Sacramento da Ordem’) contém estudos teológico-científicos, meditações sobre a espiritualidade sacerdotal e homilias sobre o serviço episcopal, sacerdotal e diaconal que são fruto da atividade do teólogo, bispo e prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé Joseph Ratzinger, que cobrem um período de tempo de quase meio século, de 1954 até 2002.

Em 1977, Joseph Ratzinger foi nomeado por Paulo VI novo arcebispo de Munique e, no mesmo ano, o designou cardeal.

Em 1981, foi designado prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé por João Paulo II, a quem sucederia à frente da Igreja católica a partir de 2005, quando foi eleito Papa.

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