De Montesinos a Bento XVI: o Natal da esperança

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • Papa Francisco propõe um sistema econômico mais justo e sustentável

    LER MAIS
  • Em busca da funda de Davi. Uma análise estratégica da conjuntura

    LER MAIS
  • Por que Tagle é o novo “herói papal” do Oriente

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

22 Dezembro 2011

Neste 21 de dezembro, completam-se os 500 anos do famoso, embora quase desconhecido para os fiéis da minha geração, o "Sermão de Montesinos". Que não foi escrito pelo pobre dominicano, mas sim por toda a comunidade, e que foi a primeira ocasião em que os espanhóis que recentemente haviam chegado à Nova Terra criticavam a sua própria atuação para com os índios.

A opinião é de Jesús Bastante, publicada no seu blog, El Barón Rampante, 21-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Filhos da Escola de Salamanca, os dominicanos da Ilha de La Española fizeram um grandioso exercício da humanidade, de reconhecimento da igualdade de todos os seres humanos. Adiantaram-se ao seu tempo.

Cinco séculos depois, a humanidade globalizada continua se separando entre ricos e pobres, bons e maus, homens e mulheres, que, dependendo do lugar em que nasçam, têm um ou outro destino prefixado na vida. Seguimos escravizando e sendo escravizados. Algumas correntes mudaram, embora nem todas.

Cristo nasceu para todos. Ele fez isso em um pobre presépio, ele era o Rei do Mundo. As palavras de Montesinos são assumidas por Bento XVI, como símbolo da Igreja que todos queremos ser: uma comunidade de fiéis, unidos pela fé, mas sobretudo pela radical humanidade do Menino Deus que agora nasce.

Quinhentos anos depois, seguimos contemplando a injustiça, mas também a esperança. Tornemo-la possível. Eles tentaram: nós podemos conseguir.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

De Montesinos a Bento XVI: o Natal da esperança - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV