Redd+ pode trazer mais desmate, alerta Greenpeace

Mais Lidos

  • Aumento dos diagnósticos psiquiátricos na infância, sustentado por fragilidades epistemológicas e pela lógica da detecção precoce, contribui para a medicalização da vida e a redefinição de experiências comuns como patologias

    A infância como problema. Patologização e psiquiatrização de crianças e adolescentes. Entrevista especial com Sandra Caponi

    LER MAIS
  • A visita de Rubio ao Papa foi marcada por sorrisos e desentendimentos: confrontos sobre Cuba e Irã

    LER MAIS
  • Leão XIV: o primeiro ano de um papa centrista. Artigo de Ignacio Peyró

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Abril 2011

Um estudo internacional realizado pela ONG Greenpeace aponta que os mecanismos de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd+, na sigla em inglês) podem não ser tão eficientes para reduzir o desmatamento quanto se pensa. O Redd permite a compensação de emissões de gases-estufa, em países em desenvolvimento, por meio da negociação de créditos de carbono de áreas florestais de programas de manejo da floresta.

A informação é do jornal O Estado de S. Paulo, 11-04-2011.

O estudo, intitulado Má Influência, critica a consultoria McKinsey, que tem elaborado a maior parte dos planos de Redd+ dos países. Segundo a ONG, a consultoria distorceu o papel do mecanismo e incentiva a ação da indústria madeireira. O relatório cita o exemplo da Guiana, onde a ação de madeireiros cresceu 20% em razão do plano de manejo florestal sugerido pela consultoria.