Núncio apostólico no Brasil é nomeado o número dois da "fábrica dos bispos"

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12 Janeiro 2012

O novo número dois da "fábrica dos bispos", o dicastério que colabora com o papa para designar a classe dirigente católica e que se ocupa da nomeação dos pastores diocesanos na Igreja latina excluindo os territórios em missão, vem do Brasil. Chegou a nomeação de Lorenzo Baldisseri, núncio apostólico em Brasília, como novo secretário da Congregação para os Bispos, presidida pelo cardeal canadense Marc Ouellet, depois que o anterior número dois, o português Manuel Monteiro de Castro, no dia 5 de janeiro, foi promovido a penitenciário maior e, poucas horas depois, seu nome era inserido na lista dos novos cardeais.

A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 11-01-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Baldisseri, 71 anos, nasceu em Pisa no dia 29 de setembro de 1940, e é natural de Barga (Lucca). Padre desde 1963, tendo entrado no serviço diplomático da Santa Sé, tornou-se núncio apostólico em 1992, quando João Paulo II o enviou ao Haiti como seu representante. Na ilha caribenha, Baldisseri foi testemunha direta da guerra civil. Transferido para o Paraguai em 1995, quatro anos depois foi designado para a liderança da nunciatura na Índia e, por fim, em 2002, ou seja, há quase 10 anos, representa a Santa Sé no maior país da América Latina, o Brasil.

Com a sua chegada a Roma, um prelado italiano volta a estar presente na cúpula da congregação que se ocupa das nomeações episcopais. O neocardeal Monteiro de Castro, 73 anos, também proveniente das fileiras da diplomacia pontifícia, foi secretário por apenas dois anos e meio. Pela segunda vez, com a chegada de Baldisseri, foi nomeado um secretário mais idoso do que o número um que preside o departamento: o cardeal Ouellet tem 67 anos, quatro a menos do que o núncio no Brasil.

Os dias de janeiro também foram decisivos para a nomeação do novo patriarca de Veneza, o sucessor do cardeal Angelo Scola, transferido por vontade de Bento XVI para Milão em junho passado. Depois de meses de silêncio absoluto, no início de dezembro foi finalmente posta em marcha a máquina das consultas entre os bispos e os cardeais para identificar o novo pastor de Veneza, um dos três patriarcas da Igreja latina (junto com o de Lisboa e o de Jerusalém).

Os candidatos considerados favoritos são o bispo de La Spezia, o genovês Francesco Moraglia (que conta com o apoio de muitos cardeais italianos) e o arcebispo de Udine, Andrea Bruno Mazzocato, natural de Treviso.

Muito mais isoladas são as candidaturas do bispo de Terni, Vincenzo Paglia, e do arcebispo de Chieti, Bruno Forte. Três são os possíveis outsiders: o bispo de Trieste, Gianpaolo Crepaldi, o bispo de Piacenza, Gianni Ambrosio, e o cardeal Angelo Comastri, arcipreste de São Pedro.

Na hipótese considerada neste momento pouco provável de que este último seja enviado para Veneza, ficaria livre o arciprestado da basílica vaticana, que poderia ser assumido pelo cardeal Tarcisio Bertone, que assumiria três cargos – o de secretário de Estado, o de camerlengo e o de arcipreste –, como já havia ocorrido com o cardeal Eugenio Pacelli, que depois se tornou Pio XII.

Aparentemente, a nomeação do novo pastor veneziano não vai seguir o procedimento tradicional da plenária da Congregação para os Bispos, mas as candidaturas serão examinadas por um grupo mais restrito, como muitas vezes acontece para as nomeações italianas.

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