Na era Dilma, 90% da alta do PIB veio do consumo

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03 Março 2013

Em 2010 o empresário Valdemir Dantas começou a pensar em aumentar a produção. O projeto amadureceu e Dantas fez planos para aplicar, em 2012, R$ 20 milhões em uma nova fábrica que dobraria a capacidade da indústria de eletrodomésticos Latina.

O ano passado, porém, decepcionou Dantas. Seu faturamento cresceu em torno de 4% em relação a 2011, em ritmo menor que o da inflação. Ele também viu a margem de lucro se comprimir, porque não conseguiu repassar ao preço o aumento do custo de produção. A nova fábrica não saiu do papel e deve ser levantada somente em 2014. "Ela foi programada para atender a demanda crescente que imaginamos. É um projeto de longo prazo, para mais de uma década. E por enquanto não tenho certeza desse crescimento."

A reportagem é de Marta Watanabe e publicada pelo jornal Valor, 04-03-2013.

Dantas não foi um caso isolado. Nos dois anos do governo Dilma Rousseff, o investimento perdeu espaço no Produto Interno Bruto (PIB). No biênio 2011-2012 o crescimento do PIB ficou mais dependente do consumo das famílias do que na gestão Lula, quando esse fator da demanda já era forte.

Nos últimos dois anos, o consumo das famílias garantiu, sozinho, 89,6% da expansão da economia. No governo Lula, essa demanda respondeu por 75% do crescimento do PIB. Por outro lado, a ajuda da Formação Bruta de Capital Fixo, medida do que se gasta em máquinas e construção dentro do PIB, teve queda vertiginosa, saindo de um peso de 37,1% na gestão Lula para míseros 2% na era Dilma, segundo cálculos da MB Associados.

Além da maior dependência do consumo, a gestão Dilma tem até agora, média menor de crescimento - os 4,06% no governo Lula, cederam para 1,8% em 2011 e 2012.

A evolução, diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, mostra como o modelo de crescimento dos últimos anos foi baseado em estímulo forte ao consumo. "A Formação Bruta de Capital Fixo, que depende da percepção de potencial de crescimento, não acompanhou o desempenho do PIB."

O baixo nível de investimento deve ser mantido neste ano, estima Vale. "Se os planos de concessão saírem de forma adequada, é possível que haja uma retomada a partir de 2014." A política econômica atual, diz, parte da premissa que a expansão do consumo estimula investimentos. "Mas isso não acontece dessa forma. Os investimentos chegam somente se houver regras claras." Sem isso, o que predomina são "investimentos de manutenção". Ou seja, aqueles emergenciais, que permitem a continuidade da empresa no mercado ou o aumento de produtividade.

De novo, a fabricante de eletrodomésticos Latina é um bom exemplo. Valdemir Dantas desistiu de aplicar R$ 20 milhões em uma nova fábrica em 2012, mas iniciou no segundo semestre um investimento de R$ 3 milhões para fabricar um produto que deve ser lançado nos próximos meses. O empresário diz que o novo produto é considerado essencial para a empresa manter mercado.

Ao mesmo tempo em que o investimento pode demorar a decolar no país, o modelo de crescimento pelo consumo está esgotado, estima Vale. Os próprios números do PIB mostram isso. No ano passado, o consumo das famílias cresceu 3,1% e ajudou a puxar uma expansão de 0,9%. Em 2010, quando Dantas começou a projetar a fábrica que não saiu do papel, o consumo das famílias cresceu 6,9% num crescimento de 7,5% do PIB. Para Vale, o nível de crédito e a taxa de desemprego muito baixa reforçam a percepção de esgotamento desse modelo.

O consumidor que segurou o crescimento do PIB no ano passado, estima Vale, não é exatamente o mesmo de 2010 e 2011. A elevação do consumo nesses dois anos, diz, foi uma resposta à crise de 2008 e 2009. No biênio 2010-2011, a venda de automóveis cresceu com base em resposta a estímulos de consumo, com crédito praticamente sem restrições, com prazos a perder de vista e entrada zero. "Isso causou grande nível de inadimplência que está se reajustando agora." O crédito bancário ficou menos generoso em 2012, diz, não só por conta do alto nível de inadimplência gerado anteriormente como também pela política monetária e pela pressão para que os bancos baixassem o spread.

A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis, uma das medidas de estímulo do ano passado, foi um dos atrativos para o analista de vendas Natanael Souza Ferreira adquirir seu primeiro carro zero quilômetro. Ele pegou financiamento de 48 meses para comprar um Cobalt, mas uma entrada e o carro antigo abateram cerca de 40% do valor do carro.

Também no ano passado o coordenador de vendas André Ferreiro Said comprou seu primeiro carro zero. Para pegar seu veículo, também um Cobalt, fez financiamento por 60 meses e deu seu antigo carro como entrada, que abateu cerca de 40% do valor do veículo. Com 26 anos, Said e sua mulher Daniela adquiriram, na verdade, dois veículos novos em 2012. "Nós tínhamos carros antes, mas eram usados," diz ele. Em maio, conta Said, o casal usou algumas economias para comprar à vista um automóvel Agile, para Daniela. Empregado há seis anos numa indústria de refrigeração, Said diz que o casal ficou tranquilo ao tomar o empréstimo. "Estava seguro porque me sinto estável no emprego e o valor da parcela não chega a um décimo do que ganho."

No caso do Agile, diz ele, o casal optou pela compra à vista para dar maior segurança financeira ao casal. Daniela, de 31 anos, é fisioterapeuta autônoma e tem renda muito variável. Said conseguiu adquirir os dois carros sem mexer na poupança que fazia para, ao fim do ano, viajar para o exterior. Ele e a esposa ficaram 17 dias em Orlando (EUA), onde passaram o Ano Novo de 2013. Foi a segunda viagem de Said para o exterior paga com o próprio dinheiro. A primeira foi em 2010, também para Orlando, com a esposa. Confiante e organizado, Said contratou a viagem de fim de ano já em março de 2012, quando o câmbio estava mais favorável. O coordenador já tem planos para o casal para 2014, que deverão resultar em aumento de seus custos fixos. "Estamos nos preparando para ter filhos."

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