Os luteranos: "Não há nenhum motivo para voltar as costas ao mundo"

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10 Janeiro 2013

O secretário geral da Federação Luterana Mundial, que em fim de dezembro interviera em Genebra junto ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados, tornou conhecido, no site da LWF, sua mensagem de Ano Novo.

A reportagem é de Maria Teresa Pontara Pederiva e publicada por Vatican Insider, 07-01-2013. A tradução é de Benno Dischinger.

Martin Junge, a partir da passagem da Carta aos Hebreus 13,14 (“não temos aqui moradia estável, mas andamos em busca daquela futura”), confia às igrejas luteranas a missão de opor-se corajosamente contra toda forma de injustiça no mundo. “Estas palavras eram endereçadas então a uma igreja das origens que já parecia cansada e desalentada, mas também são dirigidas a nós hoje para que encontremos inspiração em todas aquelas coisas que Deus continua a realizar ou tornar novas”.

A palavra de ordem de todo cristão é a de anunciar com alegria e testemunhar sem nenhum temor o Evangelho de Jesus e sua capacidade de transformar o mundo, pondo em discussão o status quo. Com frequência os valores da cultura dominante podem se tornar até opressivos e parecer nitidamente contrários ao ensinamento de Jesus Cristo, mas “não existe nenhum motivo suficientemente convincente, continua Junge, para renunciar ou retirar-se das nossas cidades ou virar as costas à complexidade do mundo no qual hoje as igrejas se encontram imersas”. É o próprio Deus que, de fato, mostrou o seu amor pelo mundo a ponto de enviar seu Filho a “entrar” na nossa terra, entre nós.

Somente com um testemunho corajoso, mas respeitoso dos outros, poderemos como cristãos contribuir na construção de um mundo onde reine maior justiça, paz e reconciliação entre as pessoas e os povos e uma nova solidariedade entre os seres humanos e a criação.

A Federação Luterana Mundial, fundada em Lund, na Suécia, em 1947, é o organismo que coordena 143 igrejas presentes em 79 nações, para um total de mais de 70 milhões e meio de cristãos.

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