Aqueles dois minutos do Frei Betto com o papa

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • O que muda (para pior) no financiamento do SUS

    LER MAIS
  • Ou isto, ou aquilo

    LER MAIS
  • Desmatamento na Amazônia aumenta 212% em outubro deste ano, aponta Imazon

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

14 Abril 2014

"O papa não recebeu Frei Betto em Santa Marta, não se tratou de uma conversa articulada." O padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, redimensiona o porte do encontro ocorrido na última quarta-feira às margens da Audiência geral entre Frei Betto e o Papa Francisco.

A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 11-04-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O teólogo dominicano, em várias entrevistas, contou ter pedido ao papa "a reabilitação de Giordano Bruno e do Mestre Eckhart, dois dominicanos como eu...". O papa – contou – sorriu e respondeu: "Reze por isso!". A notícia deu a volta ao mundo e foi apresentada como a intenção de Francisco de "reabilitar" Giordano Bruno, condenado à fogueira pela Inquisição em 1600, cujas posições panteístas e gnósticas sempre foram consideradas incompatíveis com a fé católica.

"Também lhe pedi, como pai amoroso – disse ainda Frei Betto –, que ele sempre tenha um diálogo com aquela filha amorosa que é a teologia da libertação, uma filha fiel que quer o bem da Igreja."

O encontro improvisado com o teólogo dominicano – que está na Europa para apresentar o seu livro, o romance Um homem chamado Jesus (Rocco, 2009) –, foi enfatizado e carregado de significados que não tinha. Por isso, o porta-voz vaticano quis especificar: "Tratou-se apenas de uma saudação de passagem, no âmbito do chamado 'beija-mão' ao término da audiência de quarta-feira, e não de uma conversa articulada ou de uma audiência, e, portanto, não deve ser transformado em algo que não é. O papa se deteve por alguns instantes, ouviu e no fim concluiu, como sempre faz, convidando a rezar".

"Certamente – concluiu o Pe. Lombardi –, o Papa Francisco não teve a intenção de entrar no mérito do episódio de Giordano Bruno."

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Aqueles dois minutos do Frei Betto com o papa - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV