Estudo de Harvard expõe má qualidade de vida e baixo acesso à água tratada no AM

Revista ihu on-line

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Mais Lidos

  • Os Arautos do Evangelho não reconhecem o Comissário do Vaticano, dom Raymundo Damasceno Assis

    LER MAIS
  • Pacto das Catacumbas pela Casa Comum. Por uma Igreja com rosto amazônico, pobre e servidora, profética e samaritana

    LER MAIS
  • A ideologização da Sociologia (além de uma simples distração). Artigo de Carlos A. Gadea

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

27 Abril 2015

Um estudo elaborado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, encomendado pela revista Época, expõe os baixos índices de acesso à água tratada e alfabetização de adultos, entre outros indicadores, do Amazonas.

A reportagem é de Clarice Manhã, publicada no sítio D24M, 24-04-2015. 

A pesquisa compara os dados de todos os Estados da Região Amazônica, como se cada uma unidade fosse um país, e mostra que a qualidade de vida amazonense está abaixo de países devastados por guerras civis nos últimos 50 anos, como Guatemala e Camboja.

O economista e professor de Harvard Michael Porter liderou os pesquisadores na tabulação dos dados. O grupo desmembrou os indicadores que compõem o Índice de Progresso Social (IPS) para oferecer um panorama do desenvolvimento e da qualidade de vida na região amazônica. O cálculo considerou o acesso a instalações sanitárias, acesso a água encanada, taxa de alfabetização de adultos, mortalidade infantil, expectativa de vida e mortalidade materna.

A expectativa de vida no Amazonas é a segunda mais baixa entre as unidades da Amazônia, 70 anos, e é ainda mais baixa que no Irã, no Oriente Médio, onde se espera viver 73 anos, em média.

Tempo de vida.

A expectativa de vida no Amazonas também é mais baixa que a média nacional, 73 anos, e está abaixo dos Estados Acre, Pará, Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins.

O pior desempenho do Amazonas foi no indicador mortalidade materna: 185 mães morrem a cada 100 mil mulheres. Nesse quesito, o Estado ficou atrás apenas do Maranhão, na região amazônica, e de países como a Indonésia, Índia, Nepal e Bolívia, onde a taxa de mortalidade materna varia entre 193 e 200.

A mortalidade infantil ocupa o terceiro pior desempenho do Amazonas no ranking comparativo aos dados dos outros estados da região. E o acesso às instalações sanitárias no Estado é mais baixo que na Papua Nova Guiné, ilha no sudoeste do Oceano Pacífico e Guiné-Bissau, na África.

Quanto à alfabetização de adultos o Amazonas é terceiro colocado na Amazônia, com 80,7 analfabetos para cada 100 mil habitantes. O Estado tem mais pessoas acima de 18 anos que não sabem ler que os países africanos República do Congo (79,31), Uganda (78,39) e Quênia (77,77).

O ranking com os Estados da Amazônia foi feito com os dados de um levantamento realizado em 2014. Já a colocação dos países que realmente existem no planeta vem da atualização mais recente do IPS, publicada no começo de 2015. Não foi possível comparar o IPS geral da Amazônia com o dos outros países por questões metodológicas.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Estudo de Harvard expõe má qualidade de vida e baixo acesso à água tratada no AM - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV