Por que hoje um Jubileu da Misericórdia? As cinco respostas do Santo Padre

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13 Abril 2015

O Papa Francisco, hoje, na celebração das Primeiras Vésperas, por ocasião da publicação da Bula “Misericordiae vultus”, de instalação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, se colocou uma pergunta – que há dias circula entre alguns analistas e comentadores – e escandiu uma resposta plena e articulada.

O Papa Francisco disse: “Uma pergunta está presente no coração de tantos: por que hoje um Jubileu da Misericórdia?

Luis Badilla, jornalista italiano, sistematiza cinco respostas, em comentário publicado por Il Sismógrafo, 11-04-2015. a tradução é de Benno Dischinger.

Eis as respostas do Papa Francisco dadas na homilia proferida na tarde hoje, 11-04-2015, e que pode ser lida, em português, aqui.

1.- “Simplesmente porque a Igreja, neste momento de grandes mudanças epocais, é chamada a oferecer mais fortemente os sinais da presença e da proximidade de Deus. Este não é o tempo para a distração, mas ao contrário, para permanecer vigilantes e despertar em nós a capacidade de olhar ao essencial.”

2.- ”É o tempo para a Igreja de reencontrar o sentido da missão que o Senhor lhe confiou no dia de Páscoa: ser sinal e instrumento da misericórdia do Pai (Cf. Jo 20,21-23). É por isso que o Ano Santo deverá manter vivo o desejo de saber colher os tantos sinais da ternura que Deus oferece ao mundo inteiro e sobretudo a quantos estão no sofrimento, estão sós e abandonados, e também sem esperança de ser perdoados e de sentir-se amados pelo Pai.”

3.-  “Um Ano Santo para sentir forte em nós a alegria de ter sido encontrados por Jesus, que como Bom Pastor veio procurar-nos porque nos tínhamos perdido. Um Jubileu para perceber o calor do seu amor quando nos carrega sobre seus ombros para reconduzir-nos à casa do Pai”.

4.- “Um Ano no qual ser tocados pelo Senhor Jesus e transformados pela sua misericórdia, para tornar-nos puras testemunhas da misericórdia. Eis porque o Jubileu: porque este é o tempo da misericórdia”.

5.-  “É o tempo favorável para curar as feridas, para não cansar-nos de encontrar a quantos estão na espera de ver e tocar com a mão os sinais da proximidade de Deus, para oferecer a todos a via do perdão e da reconciliação”.

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