O mal pode ser extremo, não radical. Carta de Hannah Arendt

Revista ihu on-line

Mulheres na pandemia. A complexa teia de desigualdades e o desafio de sobreviver ao caos

Edição: 548

Leia mais

Clarice Lispector. Uma literatura encravada na mística

Edição: 547

Leia mais

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Mais Lidos

  • Papa rejeita a renúncia do cardeal Marx. A íntegra da carta de Francisco

    LER MAIS
  • O óbvio ululante – O golpe a galope que não queremos enxergar – Frases do dia

    LER MAIS
  • O Papa rejeita a renúncia de Marx: “Continua como arcebispo de Munique”

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


02 Fevereiro 2015

O mal é banal: só o Bem tem profundidade e pode ser radical.

Publicamos aqui uma pequena carta de Hannah Arendt enviada a Gershom Scholem, publicada no blog Sperare per Tutti, 20-01-2015. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

É minha opinião que o mal nunca pode ser radical, mas somente extremo; e que não possui nem uma profundidade, nem uma dimensão demoníaca.

Ele pode abranger o mundo inteiro e devastá-lo, precisamente porque se difunde como um fungo sobre a sua superfície.

É um desafio ao pensamento, como eu escrevi, porque o pensamento quer ir até o fundo, tenta ir às raízes das coisas e, no momento em que se interessa pelo mal, se frustra, porque não há nada.

Essa é a banalidade.

Só o Bem tem profundidade e pode ser radical.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

O mal pode ser extremo, não radical. Carta de Hannah Arendt - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV