#YoSoy132 reúne milhares no México para contestar "imposição" de Enrique Peña Nieto como novo presidente

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

23 Julho 2012

Milhares de pessoas fizeram uma passeata neste domingo (22/07) na Cidade do México para protestar contra a "imposição" de Enrique Peña Nieto como ganhador das eleições presidenciais de 1º de julho. Esta é a primeira ação da estratégia anunciada pelo movimento estudantil #YoSoy132 para "proteger a democracia" no país.

A informação é publicada pelo sítio Opera Mundi, 22-07-2012.

Os participantes da marcha partiram das imediações da residência presidencial de Los Pinos e foram para a praça Zócalo, a principal da cidade. Ao convocar a mobilização por meio das redes sociais, o coletivo chamou os estudantes e a sociedade civil para protestar na capital e outras cidades contra a eleição de Peña Nieto, candidato de uma coalizão liderada pelo PRI (Partido Revolucionário Institucional).

Os participantes carregavam faixas que pediam que o Tribunal Eleitoral não validasse a vitória de Peña Nieto e acusavam o canal Televisa de favorecer o candidato. O Tribunal tem até 31 de agosto para se pronunciar sobre a validade das eleições, que foram contestadas pela coalizão de esquerda Movimento Progressista e seu candidato, Andrés Manuel López Obrador.

A marcha faz parte da estratégia anunciada em 19 de julho pelo coletivo para "proteger a democracia", exigir a "limpeza do processo eleitoral", pedir sua anulação e evitar a "imposição" de Peña Nieto como próximo presidente.