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05 Junho 2023

A incursão de "partisans russos" na região de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia, trouxe à atenção geral um fenômeno que na realidade já existe há algum tempo. Desde o início da invasão da Ucrânia, verificaram-se numerosos atos de resistência na Rússia, desde repetidas sabotagens de trechos ferroviários até ataques com coquetéis molotov a delegacias de polícia e centros de recrutamento. A maioria dessas ações é atribuível a formações de inspiração anarquista e anarco-comunista, como a BOAK, “Organização de Combate Anarco-Comunista”.

A reportagem é de Germano Monti, publicada por Settimana News, 03-06-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

Desde o início da guerra, a BOAK tem colaborado ativamente com formações semelhantes na Ucrânia e na Bielo-Rússia. Suas ações sempre são dirigidas contra estruturas e símbolos do regime de Putin, evitando cuidadosamente o envolvimento de pessoas. A operação de Belgorod parece representar um salto qualitativo por parte da oposição armada russa, ainda que não haja informações confiáveis nem sobre a dinâmica nem sobre as vítimas.

Rússia: rumo a uma guerra civil?

Segundo o especialista militar David Rossi, o ataque representa tanto um desafio a Vladimir Putin e seu ministro Shoigu quanto o início de uma possível guerra civil russa e é interessante notar que conceitos semelhantes foram expressos pelo líder da companhia de mercenários “Wagner”, Ilya Prighozyn, que chegou a evocar o espectro de uma nova Revolução de Outubro.

As palavras de Prighozyn − acompanhadas de acusações muito duras contra a liderança militar russa − podem ser colocadas no quadro do confronto clandestino − mas nem tanto − que vem ocorrendo há alguns meses entre o círculo do presidente russo e expoentes da extrema direita, como Igor Girkin, os únicos que podem continuar a expressar alguma opinião, dado que todas as formas de oposição democrática e de esquerda na Rússia foram sufocadas pela repressão do regime.

A incursão de Belgorod pareceria provar que Prighozyn estava certo, mesmo que sua envergadura militar tenha sido modesta, não mais do que algumas dezenas de quilômetros de território e algumas pequenas aldeias "liberadas" por algumas horas. No entanto, David Rossi observa que a ação dos invasores demonstrou a debilidade e fragilidade das linhas defensivas preparadas pelos russos em vista da repetidamente anunciada contraofensiva ucraniana.

Rossi destaca a facilidade com que os invasores ultrapassaram a linha de defesa russa em pouquíssimo tempo:

“Desde outubro passado, os russos se dedicam à construção da chamada ‘linha Wagner’, trilhos intermináveis de blocos de concreto de forma piramidal instalados na Crimeia, no Donbass, vários quilômetros atrás da linha de frente, antecipando implicitamente o avanço da frente das tropas de Kiev, bem como nas regiões russas ao redor do nordeste da Ucrânia, a uma distância que até poucos dias atrás teríamos considerado até prudente demais. Esse sistema de defesa, segundo os testemunhos, resistiu por menos de um minuto ao ataque surpresa de um contingente bem organizado, mas numericamente pequeno: menos de sessenta segundos, ou seja, o tempo necessário para que veículos pesados − equipados como rudimentares escavadeiras − empurrassem para o lado os "dentes de dragão". Nas horas seguintes, alguns vídeos ocidentais demonstraram como um tanque Challenger 2 pode tirar da frente esses blocos de concreto quase sem esforço."

Além disso, a operação teria confirmado como o Kremlin esteja com falta de soldados, já que teriam sido suficientes alguns milhares de homens bem armados e treinados para exterminar os invasores, que, em vez disso, poderiam ter se aprofundado ainda mais no território russo. Em suma, a incursão dos rebeldes anti-Putin poderia ser vista como uma espécie de ensaio geral da verdadeira contraofensiva do exército regular ucraniano.

Tramas obscuras

No aguardo para ver quais serão os desenvolvimentos no campo, enquanto o bombardeio russo das cidades ucranianas continua incessantemente, tenta-se entender quais sejam a natureza e a consistência real da oposição armada russa. Para nos dizer algo a respeito, temos o parecer do ex-parlamentar russo Ilya Ponomarev - o único membro da Duma a votar contra a anexação da Crimeia - exilado desde 2016 e refugiado em Kiev desde 2019.

O nome de Ponomarev adquiriu alguma relevância no verão passado, quando reivindicou ao chamado Exército Nacional Republicano o ataque que custou a vida de Darja Dugina, propagandista ultranacionalista russa, filha de Alexander Dugin, o verdadeiro alvo do ataque. Na época, Ponomarev não foi levado muito a sério, mas agora é ele que fala em nome dos grupos armados que lideraram a incursão a Belgorod e que seriam a Legião para o Liberdade da Rússia (liderada por ele mesmo) e o Corpo dos Voluntários Russos, cujo líder é Denis Kapustin, conhecido como "Nikitin", personagem bem conhecido das polícias e dos serviços secretos ocidentais como extremista declaradamente neonazista.

Ponomarev não parece nem um pouco constrangido com essa pesada companhia, pelo contrário: mesmo declarando-se um liberal-democrata, afirma que os combatentes do Corpo dos Voluntários Russos são "irmãos de armas" e que, no futuro, será o povo russo quem decidirá por quem será governado, por meio de eleições livres.

É difícil distinguir quanto nas palavras de Ponomarev exista de verdadeiras e quanto de propaganda. Os próprios opositores russos de Ponomarev na Itália, com as formações armadas, não falam, pelo menos publicamente, e os governos ocidentais - apesar das declarações do Kremlin - não parecem favoravelmente dispostos ao personagem, considerado por muitos um fanfarrão.

Nesta guerra - como em todas as guerras - dissipar as névoas da informação é muito difícil. Para ter as ideias mais claras, só resta acompanhar os acontecimentos no campo de batalha e nos corredores da diplomacia.

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