Procurador afirma que vinícolas têm responsabilidade no caso de exploração na Serra Gaúcha

(Foto: Reprodução)

Mais Lidos

  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

09 Março 2023

O procurador-geral do Trabalho José de Lima Ramos Pereira afirmou que as vinícolas envolvidas no episódio dos trabalhadores explorados em Bento Gonçalves têm “toda a responsabilidade” pela situação: “Elas são donas da atividade econômica. A responsabilidade tem que ser não só de fazer seu trabalho, mas de fiscalizar aquelas empresas que você contrata”.

A informação é publicada por Matinal, 09-03-2023.

A declaração foi feita após uma reunião em que foi apresentada uma proposta de cooperação técnica entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Governo do Estado para traçar medidas que impeçam a repetição de casos semelhantes. No desenrolar da investigação, as vinícolas podem ter de arcar com ações trabalhistas e indenizatórias. Em caso de responsabilização solidária, as empresas podem ainda sofrer a expropriação de imóveis e bloqueios de financiamentos públicos. Hoje, o MPT tem uma reunião com as companhias envolvidas no caso. Se não houver acordo, a questão será judicializada.

Nesta quarta-feira, a Justiça bloqueou os bens do empresário Pedro Augusto Oliveira de Santana, responsável pela Fênix Serviços Administrativos e Apoio à Gestão de Saúde, que contratou os trabalhadores resgatados em Bento. O pedido havia sido feito pelo MPT.

Leia mais